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Debate para criação de regra para a internet.

A Câmara analisa dois projetos de lei para regulamentar o uso da internet. Um deles, relatado pelo deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG), tipifica os crimes cibernéticos e estabelece punição. Apoiada por diversos deputados e já aprovada pelo Senado, a Lei Azeredo, como também é conhecida, recebe duras críticas de entidades civis e especialistas, que a acusam de cercear a liberdade na internet e criar um clima de vigilância. 
A outra proposta, chamada de Marco Civil da Internet, foi recentemente enviada pelo Governo sob coordenação do Ministério da Justiça após consulta pública e recebe maior apoio das entidades, por supostamente defender melhor os direitos do internauta. 
Alguns não enxergam oposição entre os dois projetos e defendem que ambos caminhem em paralelo, enquanto outros veem o projeto do Marco Civil como uma forma de enfrentar a Lei Azeredo. No meio desse debate, fica a questão: como promover a segurança na internet e, ao mesmo tempo, garantir a liberdade e a democracia que lhe são características?
Participam do programa os deputados Eduardo Azeredo (PSDB-MG) e Paulo Teixeira (PT-SP); o secretário de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça, Marivaldo Pereira; e o professor Sérgio Amadeu da Silveira, sociólogo, defensor e divulgador do Software Livre e da Inclusão Digital no Brasil.

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Comentários
Tenho certeza que o Marco Civil da Internet está otimo por ser um meio pratico para assegura o respeito, liberdade, comunicação, e outro valores sem interferir na na espressões das pessoas, por isso este sim deve ser aprovado, já a lei do Avezedo não, não na internet globol, é precisso uma rede paralela a propria interte para garantir a segurança do usuario quando se refere a assungos sigilosos e confidencias ; logo uma essa lei Azevedo feita aqui só serve para nosso país, se eu colocar acessar minha conta de banco pela internte do jeito que é hoje e estiver ganhando quantias de 3 digitas pra cima e outro conseguiren fraudar minhas contas e ainda desviar os recursos, mesmo o prejuisos sendo imediato, as penas não seram aplicadas, isso é fato, por isso, é necessario um protocolo paralelo a internte, nesse protocolo, posso fazer transações bancarias, conversas confidencias, video conferencias, evios de documentos sigilosos ou legislativo do qual requer segurança, detro desse protocolo não deve ter geolocalização, nem mesmo qualquer outra tecnologia que serva para coletar dados referente a navegação do usuario, apenas dados fornecido por mim mesmo para a indentificasão, como cpf com chip e Digital do polegar/ Iris do olho, e o propria tecnologia do sistema que faz a identificação e blindagem do sistema, que no caso pode ser o novo cpf com chip, já a internet mesmo deve ser livre sem qualquer internferencia, assim tenho certeza que quando tiver documentos de escritura de terrenos, carta imobiliaria, ações na justiça, conta empressarial, estarei seguro e não com a falsa sensação de seguranças dos sistemas para internte atuais, sim esse sistema deve ter logs tambem, mas que o usuario pode requerer para justificar na justiça.
Postado em 12/09/11 22:28.