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RE: CRÉDITOS DE CARBONO: PARA QUE E PARA QUEM?

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RE: CRÉDITOS DE CARBONO: PARA QUE E PARA QUEM?
Resposta
31/08/13 05:44 em resposta a Verônica dos Anjos.
Imagino que o primeiro passo seria elencar quais são as atividades mais poluentes como: queimadas, transporte individual em congestionamentos, lixo não reciclado como embalagens.

Em segundo lugar, seria necessário computar o que se chama de "CARBON FOOTPRINT" , ou "PEGADA DE CARBONO" dos produtos e atividades elencados.Ilustrando: um automóvel a gasolina consome combustível fóssil que é considerado não "retornável", pois seus gases efluentes da combustão não mais repõem aquele combustível original.

Já no caso de biomassa, os gases da sua combustão são utilizados pela fotossíntese para repor o próprio combustível com o cultivo das biomassas.

Assim, seriam elencadas as atividades e produtos numa escala de menor a maior grau de potencial poluente.Por exemplo, como a matriz energética brasileira é em sua maioria de eletricidade de origem hidrelétrica, os carros elétricos em comparação aos outros seriam bem menos poluentes.

Em terceiro lugar, seriam atribuídos os "CRÉDITOS DE CARBONO" ou seja, os "DESCONTOS" ou "INCENTIVOS" de acordo com programas com metas definidas.Por exemplo, para eliminar os congestionamentos das grandes cidades, concederiam-se os créditos para quem mais deixasse seu carro na garagem e usasse ônibus.Ou até, daria desconto no IPVA.Do outro lado da balança, a importação de petróleo pelo país diminuiria e melhoraria a balança comercial, e o preço do dólar.Um nicho urbano de exemplo seriam os corredores de ônibus que com o passar dos anos, se tornariam linhas de bondes elétricos.

O proprio IBGE que já tem inúmeras atividades e produtos catalogados, poderia elaborar uma tabela com o cômputo do grau de poluição de cada atividade, que serveria de base para políticas e metas públicas, gerando um mapa com o fluxo de pegada de carbono ao longo das cadeias produtivas e de consumo, a semelhança das cadeias alimentares.

RE: CRÉDITOS DE CARBONO: PARA QUE E PARA QUEM?
Resposta
31/08/13 05:50 em resposta a Verônica dos Anjos.
Imagino que o primeiro passo seria elencar quais são as atividades mais poluentes como: queimadas, transporte individual em congestionamentos, lixo não reciclado como embalagens.

Em segundo lugar, seria necessário computar o que se chama de "CARBON FOOTPRINT" , ou "PEGADA DE CARBONO" dos produtos e atividades elencados.Ilustrando: um automóvel a gasolina consome combustível fóssil que é considerado não "retornável", pois seus gases efluentes da combustão não mais repõem aquele combustível original.

Já no caso de biomassa, os gases da sua combustão são utilizados pela fotossíntese para repor o próprio combustível com o cultivo das biomassas.

Assim, seriam elencadas as atividades e produtos numa escala de menor a maior grau de potencial poluente.Por exemplo, como a matriz energética brasileira é em sua maioria de eletricidade de origem hidrelétrica, os carros elétricos em comparação aos outros seriam bem menos poluentes.

Em terceiro lugar, seriam atribuídos os "CRÉDITOS DE CARBONO" ou seja, os "DESCONTOS" ou "INCENTIVOS" de acordo com programas com metas definidas.Por exemplo, para eliminar os congestionamentos das grandes cidades, concederiam-se os créditos para quem mais deixasse seu carro na garagem e usasse ônibus.Ou até, daria desconto no IPVA.Do outro lado da balança, a importação de petróleo pelo país diminuiria e melhoraria a balança comercial, e o preço do dólar.Um nicho urbano de exemplo seriam os corredores de ônibus que com o passar dos anos, se tornariam linhas de bondes elétricos.

O proprio IBGE que já tem inúmeras atividades e produtos catalogados, poderia elaborar uma tabela com o cômputo do grau de poluição de cada atividade, que serveria de base para políticas e metas públicas, gerando um mapa com o fluxo de pegada de carbono ao longo das cadeias produtivas e de consumo, a semelhança das cadeias alimentares.

RE: CRÉDITOS DE CARBONO: PARA QUE E PARA QUEM?
Resposta
31/08/13 19:49 em resposta a Marcio Botelho do Amaral Prado.
Caras e caros participantes,

Estendemos a primeira etapa da Conferência Virtual para o dia 06 de setembro (sábado), para dar oportunidade de um número maior de participantes discutir sobre os temas e apresentarem propostas de ação.

Esperamos a participação de todos para que a Conferência Virtual seja mais um espaço democrático na construção da Política Nacional de Resíduos Sólidos.

Um abraço,
Adriana Cabral,
Coordenadora da Conferência Virtual da 4ª CNMA.

RE: CRÉDITOS DE CARBONO: PARA QUE E PARA QUEM?
Resposta
02/09/13 02:46 em resposta a Marcio Botelho do Amaral Prado.
Crédito de carbono ?....Esta demorando para sair de cena. Faz parte das políticas de incentivo. Há vários anos dever-se-ia abandonar e em seu lugar inserir a política da inibição, através de maior imposto a poluidores.

Lembrando que CO2 não é resíduo sólido, embora se relacione indiretamente. Aliás, esta visão cartesiana, segmentadora, interessa apenas aos que querem continuar o maior tempo possível poluindo, mantendo seus altos lucros e fazendo com que soluções efetivas aos problemas ambientais sejam proteladas. E vejam : até mesmo a conceituação de resíduos sólidos é imprópria e cartesiana, pois temos, além dos sólidos, os resíduos líquidos e os gasosos (os três estados da matéria). Para tentar sanar esta lacuna, alguns líquidos são considerados resíduos sólidos. Na verdade, deveríamos criar o conceito de resíduos antrópicos : todos os resíduos resultantes das atividades humanas (sólidos, líquidos e gasosos). E, quem sabe, até mesmo os resíduos eletromagnéticos, ou ondulatórios, ou etéricos, ou como se queira denominar, que são as ondas eletromagnéticas geradas por toda sorte de transmissores, inclusive as de 60Hz. E nesta amplidão do conceito, entram também os "resíduos sonoros" e os "resíduos visuais". E cá estamos tratando apenas dos resíduos sólidos....

As próprias conferências nacionais são altamente segmentadoras e limitantes e, portanto, atrasam a conscientização sobre todos os problemas ambientais, que estão intimamente inter-relacionados. Não há resultado produtivo, e de soluções rápidas e efetivas, nas discussões de apenas um dos problemas ambientais. Mas, tudo bem....Estamos nos acostumando à morosidade brasileira ( não apenas dos brasileiros) para se resolver problemas de todas as espécies.

Crédito de carbono, nem pra que mais e nem pra mais ninguém !!

Mas parabéns pelo ótimo tópico !!....Abraços sem resíduos a todos !!

RE: CRÉDITOS DE CARBONO: PARA QUE E PARA QUEM?
Resposta
02/09/13 07:48 em resposta a Luiz Antonio Vieira Spinola.
Uma forma de colocar em prática a deseoneração de quem polui menos é justamente amarrar as duas extremidades : de um lado a atividade poluidora e de outro a menos poluidora.Se ocorresse apenas a taxação de um dos lados , o efeito estimulador seria menor.

Em contrapartida se, quando se dá desconto no IPVA , mas somente se o usuário migrar para outro tipo de transporte, estaria criando-se um CICLO VIRTUOSO

Se fossem dados apenas descontos isolados, provavelmente não seria gerado um INCENTIVO direto, pois os donos de automóveis dificilmente tomariam a iniciativa sozinhos de TROCAR um comportamento pelo outro.Por isto imagino que o sistema de incentivos que ligue as duas extremidades da cadeia seja o mais EFICIENTE.Como ocorre com certos impostos, por exemplo o de renda.

RE: CRÉDITOS DE CARBONO: PARA QUE E PARA QUEM?
Resposta
05/09/13 21:08 em resposta a Paulo Giordanni Lima.
Paulo Giordanni Lima:
Não tem mais sentido defender desenvolvimento sem sustentabilidade. Mas acho que o inverso também vale, para os países em pleno desenvolvimento, a exemplo do Brasil.
Entendo que crescer sustentavelmente pressupõe realizar/permitir ações positivas e negativas, concomitantes, em busca de neutralidade, de equilíbrio. Neste sentido, não há desenvolvimento inerte e por isso acho que é justo criar mecanismos que neutralizem a força (inafastável?) do crescimento. Plantar árvores (positivo) neutralizando a poluição (negativo)... pelo menos até que haja crescimento que (de fato) possa acontecer com poluição zero.



Pela quinta vez, não consegui postar aqui no E-Democracia o comentário publicado no blog Ambiente Ecológico....

"Há males que vem pra bem !!"

O comentário não era tão extenso, mas ficou pelo fato de ser editado como artigo :
http://ambienteecologicoblog.blogspot.com.br/2013/09/desenvolvimento-economico-insustentavel.html

Depois, vou tentar postar como um novo tópico.

Grato e abraços....Luiz

RE: CRÉDITOS DE CARBONO: PARA QUE E PARA QUEM?
Resposta
05/09/13 23:49 em resposta a Verônica dos Anjos.
Caras e caros participantes,

Amanhã encerraremos esta etapa de discussão e elaboração de propostas da Conferência Virtual de Meio Ambiente.
Sendo assim, é hora de começarmos a finalizar o processo de elaboração de propostas/ações que sejam:

- Sintéticas: ou seja, que expliquem os aspectos principais da ideia apresentada, aquilo que realmente é indispensável. Uma proposta/ação de poucas linhas costuma ter mais impacto e mais adesão dos demais participantes.

- Autoexplicativas: uma boa proposta/ação permite que, mesmo quem não participou da discussão do assunto, compreenda o que está sendo apresentado

- Formuladas para o âmbito nacional: é fundamental lembrarmos que essa Conferência Virtual é uma etapa preparatória para a etapa nacional. Sendo assim, as propostas precisam dar conta de um contexto de país, e não apenas de uma determinada região.

Quem já fez sua proposta, por favor, faça uma revisão para verificar se está formatada segundo as orientações acima. Quem ainda não fez, mãos a obra!

Saudações. Verônica – Moderadora dos Eixos 2 e 3.

RE: CRÉDITOS DE CARBONO: PARA QUE E PARA QUEM?
Resposta
06/09/13 18:42 em resposta a Lincoln BrasilQueiroz.
Caras e caros participantes,
Hoje às 19h, encerraremos a apresentação de propostas. Mãos a obra!
Saudações. Verônica – Moderadora dos Eixos 2 e 3.

RE: CRÉDITOS DE CARBONO: PARA QUE E PARA QUEM?
Resposta
06/09/13 23:11 em resposta a Lincoln BrasilQueiroz.
Muito grata pela participação e colaboração na construção da Política Nacional de Resíduos Sólidos.

As ideias contidas neste tópico contribuíram para a criação de propostas que seguem para a segunda etapa da Conferência Virtual.

Tendo em vista a finalização da primeira etapa da Conferência Virtual, informamos que a partir das 19h de hoje este tópico foi encerrado e estará disponível somente para visualização.

A Etapa 2 começará amanhã (sábado 7/9) às 9h e se encerrará domingo (8/9), às 19h.

Para acessar as propostas, vá à página inicial e clique na aba Fase 2, localizada no topo da página.

Saudações. Verônica – Moderadora dos Eixos 2 e 3.

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