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O PAPEL DA IMPRENSA

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O PAPEL DA IMPRENSA
Resposta
22/03/12 18:03
Boa tarde,
Gostaria de sugerir a proposta de tornar obrigatória a divulgação na Televisão e no rádio de pronunciamento sobre a importância da Transparência e do Controle Social.

Muitas vezes somos obrigados o assitir a propaganda politica. Porque não assistir também instruções para o exercício da cidadania ?

RE: O PAPEL DA IMPRENSA
Resposta
22/03/12 18:07 em resposta a Vanuza da Silva Figueiredo.
Olá Vanusa,

sua proposta entra numa perspectiva de publlicidade dos dados, certo?
Podemos levantar, em grupo, várias formas de publicidade dos dados.

O que acha?

abs,
Mariana
Mediadora da Consocial Virtual

RE: O PAPEL DA IMPRENSA
Resposta
22/03/12 18:13 em resposta a Mariana Manfredi.
Acho excelente. Eu dei ênfase na Televisão e no Rádio por ser os meios de comunicação mais usado pela população em geral.

RE: O PAPEL DA IMPRENSA
Resposta
22/03/12 22:20 em resposta a Vanuza da Silva Figueiredo.
Quem você pensou que produziria essa programação?
Seria local ou nacional?

Estou pensando em elementos para deixarmos a proposta mais clara

abs

RE: O PAPEL DA IMPRENSA
Resposta
23/03/12 14:57 em resposta a Mariana Manfredi.
A CGU poderia está a frente dessa programação. Com a participação de alguns delegados e Comissões Organizadoras da Consocial nos Estados. Apresentando experiências vividas nas Conferências realizadas.

RE: O PAPEL DA IMPRENSA
Resposta
23/03/12 17:30 em resposta a Mariana Manfredi.
Vanusa e Mariana, se estou entendendo, a questão é mais sobre utilização dos meios de comunicação para disseminação de informação, que acho totalmente pertinente. Vemos regularmente mobilização do Governo Federal em campanhas das mais diversas. Lembro bem do esforço gerado em torno do referendo sobre proibição de armas. Independentemente do resultado, lembro-me que se tratou de um trabalho de conscientização, construtivo. Tomo a liberdade de pinçar uma proposta que registrei no tópico "Transparência (somente) sobre receitas e despesas não é suficiente". Talvez possamos trabalhar juntos.

"... - estruturação de campanha nacional massiva em mídia audiovisual para despertar a população para a questão do controle social. A experiência da CGU com a série "Olho Vivo" deve ser transbordada para outras mídias;"

Há tantos estudos sobre os perfis sócio-econômicos das audiências radiofônicas e televisias, que pode ser empenhado esforço em campanhas nacionais, que deverão ter eco nas programações regionais, por meio dos quais o conceito central ganhará contornos mais próximos das culturas locais.

Independentemente do papel da imprensa, entendo que o poder público tem que exercer seu papel de anunciante, afinal (como lentamente a população está percebendo) os meios de comunicação não são isentos e atendem a interesses.

Quem sabe a elaboração de um plano de comunicação com foco em despertar a população, em primeiro momento, sobre a questão do controle social para depois introduzir orientações mais práticas e operativas sobre a utilização das informações.

Talvez estejamos falando mais de sensibilização da população por meio dos meios de comunicação.

RE: O PAPEL DA IMPRENSA
Resposta
24/03/12 04:28 em resposta a Helder Alves.
Oi pessoal

Boa noite.

Helder, concordo com as suas colocações.

Aqui em São Paulo, a TV Cultura apresenta por ex. o programa Via Legal, outro sobre o direito eleitoral.
Colocar em rede pública é uma coisa.
Em rede aberta, haverá custos em relação a apresentação.
Lembrando que tornar obrigatório, equiparará ao programa eleitoral. Conheço gente que nesta hora desliga a TV.

Outra consideração que precisa se considerada é da qualidade e seriedade da imprensa ao colocar uma matéria.
Como o que aconteceu com a escola base.
Ou só publicar o que convém.

Abraços
Flavia Loureiro

RE: O PAPEL DA IMPRENSA
Resposta
25/03/12 14:22 em resposta a Vanuza da Silva Figueiredo.
Olá Vanuza....

Bem interessante essa proposta.

A CGU poderia mesmo articular esse trabalho de divulgação via imprensa.

Creio que além da TV e rádio a mídia virtual pode ser muito útil nesse processo. O que você acha?

Cícero

RE: O PAPEL DA IMPRENSA
Resposta
26/03/12 01:07 em resposta a Flavia Loureiro.
Pessoal,

essa questão da mídia está ocorrendo em quatro tópicos:

http://edemocracia.camara.gov.br/web/consocial/forum/-/message_boards/view_message/533082

http://edemocracia.camara.gov.br/web/consocial/forum/-/message_boards/view_message/540148

http://edemocracia.camara.gov.br/web/consocial/forum/-/message_boards/view_message/544110

http://edemocracia.camara.gov.br/web/consocial/forum/-/message_boards/view_message/543044

Sugiro centralizamos as conversas por aqui.

É hora de transformarmos essa discussão em uma proposta que seja:

- Sintética: ou seja, que explique os aspectos principais da ideia apresentada, aquilo que realmente é indispensável. Uma proposta/diretriz de poucas linhas costuma ter mais impacto e mais adesão dos demais participantes.

- Auto-explicativa: uma boa proposta/diretriz permite que, mesmo quem não participou da discussão do assunto, compreenda o que está sendo apresentado

- Formulada para o âmbito nacional: é fundamental lembrarmos que essa Conferência Virtual é uma etapa preparatória para a etapa nacional. Sendo assim, as propostas precisam dar conta de um contexto de país, e não apenas de uma determinada região.

Vamos caminhar pra essa etapa do nosso trabalho?

Assim que fecharmos a escrita, a proposta apareça no tópico "Visualização de propostas criadas até o momento".

abs,

Mariana Manfredi

Mediadora da Consocial Virtual

RE: O PAPEL DA IMPRENSA
Resposta
26/03/12 18:21 em resposta a Cícero Barbosa da Silva.
Cícero,
Acho válido também. Aumentaria ainda mais a divulgação desse tema entre a população.

RE: O PAPEL DA IMPRENSA
Resposta
26/03/12 23:47 em resposta a Mariana Manfredi.
Proponho que a proposta seja bem objetiva para conseguirmos nosso objetivo, por exemplo:
vedar os gastos com publicidade em todas as esferas nos três poderes, exceto no caso de empresa pública, limitado o gasto à média que empresas concorrentes gastam (combate à corrupção por impedir desvio de recursos e uso da imprensa em época eleitoral);
destinar 10 por cento da programação de todas as mídias para informações de interesse da cidadania, sendo 5% para governos e 5% para o controle social da administração pública.
A programação do controle social deve contemplar a convocação de reuniões, com pautas e, posteriormente, atas, bem como outros eventos como audiências públicas, reuniões com autoridades e outros, com a programação de responsabilidade de cada conselho gestor, na proporção de seu percentual no orçamento dos municípios (por exemplo, o conselho de educação terá 15 % do tempo disponível).

Revisão de todas as concessões de mídia, com o auxílio da ABIN, para identificar possível uso de pessoa interposta (laranja) para esconder proprietário ilegal. (esta é para forçar a concordância com a cessão de parte do espaço midiático.

é o que tenho a propor, fiz a mesma proposta na consocial Cuiabá, com o auxílio da Irmã Cleofa, mas comissão de redação mudou completamente o sentido e não tive como ressuscitar a proposta porque fiquei em outro eixo.

RE: O PAPEL DA IMPRENSA
Resposta
27/03/12 02:30 em resposta a elda Valim.
Oi Elda,
acho que sua proposta vai pelo melhor caminho. Para que a coisa funcione, é preciso detalhar bem o que pode, o que não pode e o que é obrigatório. E quanto tempo dentro de cada meio vai ser destinado ao controle social.
Um abraço,
Márcio

RE: O PAPEL DA IMPRENSA
Resposta
27/03/12 20:59 em resposta a Mariana Manfredi.
Pessoal, não sei vocês, mas fiquei com meu acesso ao edemocracia bloqueado por mais de quatro dias. Tive que me cadastrar novamente. Lamentável isso em um evento virtual de abrangência nacional...

Seguindo as orientações da Mariana, vou estruturar melhor minha proposta:

Elaboração de uma campanha em nível nacional de conscientização da população sobre Controle Social, em mídia gráfica, radiofõnica, televisiva e digital, tendo como estratégia:

1) um primeiro momento educativo e de sensibilização, com ênfase no despertar da população para os seus direitos e seu próprio papel no processo, além de informar sobre os requisitos legais e as obrigrações de criação dos Serviços de Informações ao Cidadão - SIC por parte dos diversos entes da federação;

2) um segundo momento de capacitação, focando aspectos práticos e funcionais do efetivo exercício do controle social por meio dos SIC, quais as possibilidades de informação, os canais e as ferramentas disponíveis, tendo a CGU como órgão de referência para orientar a produção de conteúdo com base na iniciativa "Olho Vivo".

Abraços

RE: O PAPEL DA IMPRENSA
Resposta
27/03/12 17:11 em resposta a elda Valim.
Elda, você levantou uma questão que me fez pensar em uma outra:

Limitar os governos quanto à alteração indiscriminada de identidade visual (logomarcas, portais, pintura de veículos, etc.) quando não se tratar de alteração devidamente justificada por necessidade funcional/operacional da prestação de serviços, de modo a reduzir gastos com comunicação originados de questões políticas e de personalismo por parte dos agentes políticos e dos gestores públicos de todos os poderes e esferas de governo.

RE: O PAPEL DA IMPRENSA
Resposta
27/03/12 19:04 em resposta a Helder Alves.
Seria bom estipular o tempo de duração de tais campanhas nos meios de comunicação.

RE: O PAPEL DA IMPRENSA
Resposta
27/03/12 21:02 em resposta a Vanuza da Silva Figueiredo.
Vanuza, não sei exatamente como definir duração, mas editei minha proposta, deixando claro que a campanha deve abranger o período de vigência do prazo para criação do Serviço de Informações ao Cidadão. Vc complementaria de alguma outra maneira?

RE: O PAPEL DA IMPRENSA
Resposta
27/03/12 21:12 em resposta a Vanuza da Silva Figueiredo.
Acho muito importante, porque a população não tem consciência do seu papel e do seu direito de fiscalizador das políticas públicas.

RE: O PAPEL DA IMPRENSA
Resposta
27/03/12 21:20 em resposta a Helder Alves.
Poderia ser estipulado o tempo mínimo dessa transmissão e os horários. Para evitar que essas transmissões ocorram em horários que não alcancem um grande números de pessoas.

RE: O PAPEL DA IMPRENSA
Resposta
28/03/12 00:33 em resposta a Vanuza da Silva Figueiredo.
Entendo sua preocupação, Vanuza, mas como já foi dito anteriormente, não acredito que uma veiculação em caráter obrigatório seria adequado. Nesse sentido, a forma de veiculação dependerá de um estudo, pois atingir o público jovem é diferente de atingir a terceira idade, donas de casa, aposentados, etc. O horário noturno entre as novelas é conhecido como "nobre", mas entendo que é uma campanha deve ocorrer ao longo do dia também, por meio de diversos canais e formatos, para poder alcançar o máximo de estratos sócio-econômicos da população. Entendo que toda campanha publicitária requer uma estratégia de veiculação, está implícito e é condição para sua existência, e naturalmente será concebida e implementada, caso essa proposta avance dentro da conferência. Acho difícil definirmos a priori essa questão.

RE: O PAPEL DA IMPRENSA
Resposta
28/03/12 12:22 em resposta a Angélica Hullen.
A informação tem que atingir a população. Muitos dos meus amigos acadêmicos não sabem o porquê da Consocial. Necessitamos de mais divulgação.

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