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Política Nacional de Proteção e Defesa Civil

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Nós Radioamadores, voluntários da Defesa Civil Nacional, não queremos mais que a Rener- (Rede Nacional de Emergência de Radioamadores) seja incluida na regulamentação da LEI Nº 12.608, DE 10 DE ABRIL DE 2012., como coordenadora nacional dos radioamadores, pois falta-lhe estrutura, competencia e boa vontade, pois em mais de dez anos de sua criação, foi incapaz de criar ou organizar coordenadorias na maioria dos Estados brasileiros, nem tão pouco em municípios.

RE: Política Nacional de Proteção e Defesa Civil
Resposta
09/11/12 17:30 em resposta a Manoel Geraldo Bentes Canto.
A RENER é uma farsa. Desde sempre os radioamadores auxiliaram a sociedade e a comunidade em geral nos momentos de eventos adversos assim como sempre foi o elo de ligação entre os locais remotos do nosso Brasil e as cidades. Sendo assim foi criada uma "rede" que já existia e quem a criou apoderou-se da rede como uma instituição particular. Além deste nefasto quadro a RENER nunca conseguiu se estabelecer como instituição representativa dos radioamadores, prova é que a maioria não está cadastrada na rede e os que estão não participam de nada. Na maioria dos estados e municípios importantes não há coordenadores, além da completa falta de incentivo para que se monte uma coordenadoria.
Um outro detalhe que deve ser elencado é que a RENER está atrelada à outra instituição sem créditos entre a maioria dos radioamadores que é a LABRE, uma suposta instituição também criada para "representar" os radioamadores, ou seja, uma rede de emergência está atrelada a uma instituição que não representa nada nem ninguém, falida e inexistente na maior parte dos estados brasileiros.
Com tudo isso, a famigerada RENER serve apenas como cabide de emprego, sem resultados práticos e efetivos, consumindo recursos públicos sem cumprir minimamente suas obrigações, tornando-se mais um penduricalho da administração pública nacional.

RE: Política Nacional de Proteção e Defesa Civil
Resposta
10/11/12 08:39 em resposta a Otavio Augusto de Mello.
Ótávio, sua colocação é absolutamente verdadeira.
Quando a gente começa a perceber que para fazer alguma coisa útil precisa obter autorização de quem nada faz.
Quando a displicência está sendo recompensada e o dever se converte em auto sacrifício, então poderá afirmar sem o temor de errar que está condenado ao fracasso.