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CONSELHO DE ÉTICA DO FUNCIONALISMO PÚBLICO

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CONSELHO DE ÉTICA DO FUNCIONALISMO PÚBLICO
conselho de ética funcionário público
Resposta
13/07/12 19:11
Gostaria de trazer ao debate neste Fórum a possibilidade de compor legislação para que o funcionário público possa se organizar em Conselhos de Ética. A questão é dar oportunidade aos funcionários que são íntegros e com alto grau de honestidade, acrescentar maior controle interno nas esferas burocráticas do Estado. Seria plausível que o Conselho de Ética dos Funcionários fosse composto de modo tripartite: 60%funcionários públicos(eleitos), 20%cidadãos(eleitos) e 10%sociedade civil organizada e 10%outros(aberto a sugestões).
Vamos aproveitar este espaço, para discutir de maneira razoável e alterar as regras. Nosso país deve combater a corrupção em todos os níveis, inclusive dentro do Estado.

RE: CONSELHO DE ÉTICA DO FUNCIONALISMO PÚBLICO
Resposta
26/12/11 22:35 em resposta a Jose Eduardo Mendes.
Como complemento do Conselho, podemos implementar uma Ouvidoria para que o cidadão comum possa manifestar sua opinião, crítica, sugestão e outras formas de contribuição que possam agregar valor à burocracia pública. Nosso país precisa de iniciativas que possam contribuir para a inovação.

RE: CONSELHO DE ÉTICA DO FUNCIONALISMO PÚBLICO
Resposta
28/07/14 02:16 em resposta a Jose Eduardo Mendes.
Vamos insentivar a participaçao desses temas nas conferencias de defesa civil.

http://2cnpdc.mi.gov.br/pt/web/guest/etapa-nacional

A Etapa Nacional da 2ª Conferência Nacional de Proteção e Defesa Civil será realizada em Brasília, entre os dias 4 e 7 de novembro de 2014. Será o grande momento da Conferência em que todos os participantes das etapas preparatórias vão analisar e debater as propostas das conferências estaduais, virtuais e livres.

http://edemocracia.camara.gov.br/web/1871545/forum/-/message_boards/message/1873345?p_p_auth=zX6ERopt

Participaçoes de Responsabilidade Solidaria Humana Social

http://www.assomasul.org.br/?pag=noticias&id=13186

http://www.treslagoas.ms.gov.br/noticia/tres-lagoas-recebe-1-conferencia-municipal-de-protecao-e-defesa-civil/8965/

http://accesspeak.blogspot.com.br/2014/06/relacoes-de-direito-humano-publicas-com.html

http://www.brasil.gov.br/infraestrutura/2014/07/conferencias-sobre-protecao-e-defesa-civil-mobilizam-mais-de-seis-mil-pessoas

http://2cnpdc.mi.gov.br/pt/web/guest/etapa-nacional

Conferencia de Defesa Civil na cidade de Campo Grande/MS na Assomasul ( Associaçao dos Municipios de Mato Grosso do Sul).Eu, Eron de Sousa Tavares, Estudante da Faculdade AEMS do Curso Tecnico em Logistica - Pronatec, Representando o direito solidario das responsabilidades solidarias propriamente somente a mim com responsabilidade solidaria aos Trabalhos Governamentais por meio de Leis e Decretos solidariamente responsavelmente pela Faculdade AEMS, Propondo e Analisando Propostas nos Principios e Diretrizes.

Sou um dos criador solidario e desenvolvedor de analise dos arrranjos das propostas na criaçao com integraçao parcial e integral nos relatos de responsabilidade solidaria na co-produçao da diretriz produzida na 1 conferencia de defesa civil de Três Lagoas/MS no SEST SENAT e estadual no meio social de relaçao publica Assomasul em Campo Grande/MS:

Inclusão na grade curricular(que na conferencia estadual o pessoal montando e relatando arranjo de criação solidaria e co-produção racionalizou tal termo "inclusão de temas transversais de ou com responsabilidade solidaria" no Ensino Fundamental, Medio e Superior, de materia visando a promoção de uma resposta rápida de Proteção e Defesa Civil, junto as Instituições de Ensino com outra senguinte juntada, anexada na mesma e outras solidarias e co-solidarias.

RE: CONSELHO DE ÉTICA DO FUNCIONALISMO PÚBLICO
Resposta
28/06/15 11:11 em resposta a Jose Eduardo Mendes.
Prezado josé;

Conforme dito por vc, que:

-Como complemento do Conselho, podemos implementar uma Ouvidoria para que o cidadão comum possa manifestar sua opinião, crítica, sugestão e outras formas de contribuição que possam agregar valor à burocracia pública. Nosso país precisa de iniciativas que possam contribuir para a inovação
”.

Complemento dizendo que:

Todo o Cidadão é comum e Público também , quando não é Cidadão ou Público comum, é um representante de Classe ou entidade profissional e está atuando, por isso esse complemento que vc mencionou vem ao encontro da população quando não está atuando em alguma frente de interesse de associações ou entidades de classes.

Caro José, concordo sobre este conselho de ética, muito bem pensado.

Conforme colocado por vc, sobre os outros 10 %, poderia ser com participação universitária (DCEs ou outros), também, entre a sociedade organizada caberia esta participação pelos conselhos de bairros e/ou conselhos da comunidade (municipal) cabendo esta participação exclusivamente a “cidadãos comuns/público”, moradores residentes , sem filhação partidária, o que seria de interesse apenas comum e coletivo na boa prática do serviço por servidores do público , e não na defesa de política e políticos.

O seu propósito da criação destes conselho de ética poderia ser também o responsável pelo Accountability de agentes públicos, tomando administrativamente posições de fiscalização e punição administrativa como afastamento do serviço público até serem apurados os indícios.

Deve haver uma reformulação em ouvidorias, corregedorias, conselhos de ética e tudo o que existe sobre defesa Humana E DE Direitos, infelizmente as que existem no País, faliram, responsáveis por Direitos Humanos no Brasil (também estados e municípios) de fiscalização pública se não é uma Piada é quase isso, ficaram no tempo, é muitos chefes para poucos índios, ou seja, precisamos de poucos mecanismos em atuação, mas, mais eficientes, não precisamos de muitos meios sem termos como chegar ao fim, ou melhor dizendo: - temos muitos ouvidos para ouvirem e pouca inteligência e mãos para agirem, e o pior, RECEBEM seus salários para isso (AGIREM, MAS NÃO FAZEM NADA), o que não deixaria de ser uma improbidade em não agirem, mas isso é um outro fato que não vem ao caso aqui. O dito por mim, são com bases reais em práticas de defesa dos Direitos Humanos, Difusos e Coletivos, onde agentes agiram com efeitos discriminatórios, o que também inserem em crime na falta de ação e por omissão em denuncias fundamentadas e comprovadas em seus ilícitos.