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financiamento de campanha.

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financiamento de campanha.
Resposta
24/07/13 16:24
O financiamento deveria ser privado porem limitado de alguma forma para dar igualdade de condições para concorrer a todos os partido.

RE: financiamento de campanha.
Resposta
24/07/13 16:41 em resposta a ORLANDO MONTENEGRO.
Caro Orlando,

Conforme post que fiz quase ao mesmo tempo do seu, acho que deve não só ser limitado mas restrito às pessoas físicas. Empresas deveriam ser proibidas de doar.

RE: financiamento de campanha.
Resposta
24/07/13 17:14 em resposta a Fredson Bispo.
Sou contra a doação de PJ e contra o financiamento público.

RE: financiamento de campanha.
Resposta
24/07/13 17:29 em resposta a Fredson Bispo.
Concordo q somente pessoas físicas poderia ser doadoras.

RE: financiamento de campanha.
Resposta
24/07/13 18:14 em resposta a ORLANDO MONTENEGRO.
Complementando o raciocínio: Financiamento PRIVADO, com contribuições somente de pessoa física (PF) e com limite pré-fixado igual para todos os candidatos ao cargo.

E, restrição também na utilização de materiais de campanha, de tempo em emissoras de TV, rádio e jornais. Pré-fixar uma quantidade máxima para cada método de divulgação e campanha, tornando assim mais justa e meritocrática (o candidato vence pelas propostas e não pela imagem que vende em belas campanhas publicitárias!)

RE: financiamento de campanha.
Resposta
24/07/13 18:25 em resposta a Gean Carlos Carlos Ramos.
Proibir a utilização de marketeiros em campanhas políticas, pois além de multiplicarem-se os gastos com as campanhas, sabemos que o dinheiro acaba sendo escoado por vias oblíquias para justificarem mais tarde como sendo sobra de caixa 2.

RE: financiamento de campanha.
Resposta
24/07/13 18:35 em resposta a Gean Carlos Carlos Ramos.
Gean Carlos Carlos Ramos:
Complementando o raciocínio: Financiamento PRIVADO, com contribuições somente de pessoa física (PF) e com limite pré-fixado igual para todos os candidatos ao cargo.

E, restrição também na utilização de materiais de campanha, de tempo em emissoras de TV, rádio e jornais. Pré-fixar uma quantidade máxima para cada método de divulgação e campanha, tornando assim mais justa e meritocrática (o candidato vence pelas propostas e não pela imagem que vende em belas campanhas publicitárias!)



Concordo com boa parte do que disse, porém um partido pequeno dificilmente conseguiria o mesmo valor de doações de pessoas físicas. Por isso apoio o financiamento misto, com verba pública de mesmo valor por candidato para os partidos, somado a um valor máximo obtido por doações de pessoas físicas.

RE: financiamento de campanha.
Resposta
24/07/13 18:44 em resposta a Rafael Gandra.
Rafael Gandra:
Gean Carlos Carlos Ramos:
Complementando o raciocínio: Financiamento PRIVADO, com contribuições somente de pessoa física (PF) e com limite pré-fixado igual para todos os candidatos ao cargo.

E, restrição também na utilização de materiais de campanha, de tempo em emissoras de TV, rádio e jornais. Pré-fixar uma quantidade máxima para cada método de divulgação e campanha, tornando assim mais justa e meritocrática (o candidato vence pelas propostas e não pela imagem que vende em belas campanhas publicitárias!)



Concordo com boa parte do que disse, porém um partido pequeno dificilmente conseguiria o mesmo valor de doações de pessoas físicas. Por isso apoio o financiamento misto, com verba pública de mesmo valor por candidato para os partidos, somado a um valor máximo obtido por doações de pessoas físicas.



Rafael, também pensei nisso agora a pouco, lendo o tópico que fala do financiamento público. A meu ver o financiamento misto poderia se o mais coerente, utilizando o dinheiro público somente para complementar a cota pré-fixada para cada candidatura. Vamos pensando...

RE: financiamento de campanha.
Resposta
24/07/13 18:48 em resposta a ORLANDO MONTENEGRO.
Sou contra qualquer tipo de financiamento privado por dar azo a muita fraude e troca de favores.

Mesmo com a proibição de doações por pessoas jurídicas ainda acho que ficaremos sujeitos a muitas fraudes.
Pessoas físicas ainda poderão ser coagidas a doar (por estar em posição subalterna e temer perder o emprego, por exemplo) ainda que não o próprio dinheiro (doar no lugar de quem já doou até o limite permitido, recebendo o valor - e até mais - de volta) ou simplesmente ter seus CPFs e títulos de eleitor usados indevidamente sem seu conhecimento (não cansamos de ver fraudes desse tipo por aí?).

Acho que a única forma de haver campanha política em que todos têm as mesmas condições de concorrer e vence aquele com as melhores propostas é se todos tiverem exatamente a mesma quantidade de recursos, e isso só pode acontecer sem nenhum tipo de financiamento privado.

RE: financiamento de campanha.
Resposta
24/07/13 19:12 em resposta a Gean Carlos Carlos Ramos.
Gean Carlos Carlos Ramos:
Complementando o raciocínio: Financiamento PRIVADO, com contribuições somente de pessoa física (PF) e com limite pré-fixado igual para todos os candidatos ao cargo.

E, restrição também na utilização de materiais de campanha, de tempo em emissoras de TV, rádio e jornais. Pré-fixar uma quantidade máxima para cada método de divulgação e campanha, tornando assim mais justa e meritocrática (o candidato vence pelas propostas e não pela imagem que vende em belas campanhas publicitárias!)



A questão que se coloca é a seguinte: Que modelo de financiamento queremos para as campanhas, o que dê a isonomia ou seja, igualdade no voto, fazendo com que cada pessoa valha de verdade um voto, com o mesmo peso político. Assim vc impede o que acontece hj em dia, que é os grandes grupos econômicos terem muito mais peso político pois financiam a campanha. Portanto para esse ponto a saída seria limitar ou acabar com o financiamento privado jurídico.

Um outro ponto é a igualda de condições de disputa para candidatos, o que o estabelecimento de um teto ia ser uma medida importante, ou seja, cada partido ou candidato teria um limite de campanha.

Até ai concordo com voçês, mas surge um problema que é importante ressaltar.

Estamos propondo o financiamento privado de pessoa física certo? Como poderemos impedir um artifício possivelmente poderá ser facilmente usado de distribuir o financiamento de uma empresa em nome de seus funcionários? Por mais que haja o teto, o fato é que, num cenário de pouco envolvimento ou envolvimento médio da população nas campanhas, esse recurso cairá muito bem e não impedirá o lobby de financiar o candidato para poder ter benefícios.

Além disso, facilitará a continuidade do Caixa 2, pois ainda sim, o modelo de financiamento será disperso, ou seja, com muitos recibos, documentos de doação em geral, o que hoje em dia todo mundo sabe que é um verdadeira deus nos acuda fiscalizar tanto candidato e tanto documento fiscal

É preciso um modelo que impeça qualquer participação da iniciativa privada (interessada no bem da empresa, naturalmente) e que facilite a fiscalização das contas do candidato

Pra isso, creio que o melhor modelo seja mesmo o Financiamento `PUBLICO com um TETO igualitário de gasto, que por sinal, deve ser bem pequeno. Para podermos ter esse modelo realmente justo.

É claro, porem, que para o perfeito funcionamento desse modelo e controle do gasto público, é necessário vir acompanhado da limitação de partidos(é impossivel termos 30 ideologias diferentes né) e pela lista fechada dos partidos, o que garantiria uma campanha de ideias e de todo o partido. Ora, os candidatos de um mesmo partido devem ter ideia semelhantes não? Então, alem de baratear a campanha ai deixa mais claro a ideia de cada partido

RE: financiamento de campanha.
Resposta
24/07/13 19:26 em resposta a Gean Carlos Carlos Ramos.
Gean Carlos Carlos Ramos:
Complementando o raciocínio: Financiamento PRIVADO, com contribuições somente de pessoa física (PF) e com limite pré-fixado igual para todos os candidatos ao cargo.

E, restrição também na utilização de materiais de campanha, de tempo em emissoras de TV, rádio e jornais. Pré-fixar uma quantidade máxima para cada método de divulgação e campanha, tornando assim mais justa e meritocrática (o candidato vence pelas propostas e não pela imagem que vende em belas campanhas publicitárias!)




Complementando a idéia: SEM financiamento público para campanhas, SEM marketeiros e SEM produções mrabolantes.

RE: financiamento de campanha.
Resposta
24/07/13 19:28 em resposta a Gean Carlos Carlos Ramos.
Gean Carlos Carlos Ramos:
Complementando o raciocínio: Financiamento PRIVADO, com contribuições somente de pessoa física (PF) e com limite pré-fixado igual para todos os candidatos ao cargo.

E, restrição também na utilização de materiais de campanha, de tempo em emissoras de TV, rádio e jornais. Pré-fixar uma quantidade máxima para cada método de divulgação e campanha, tornando assim mais justa e meritocrática (o candidato vence pelas propostas e não pela imagem que vende em belas campanhas publicitárias!)



Sou contra a influência de qualquer financiamento privado em campanhas porque cria desigualdade entre candidatos, além de ser muito difícil a fiscalização desse dinheiro. Acredito que se o financiamento for eminentemente público, já haverá restrição de gastos com comunicação dos candidatos e permitirá que um candidato sem recursos mas com ideias possa disputar o pleito com certa igualdade de forças. Concordo com todos, e acho que é o pensamento da maioria da população brasileira dos pequenos municípios aos grandes centros, é que deve-se proibir o financiamento de empresas para candidatos políticos.

RE: financiamento de campanha.
Resposta
24/07/13 19:42 em resposta a Tiago Veras.
Tiago Veras:
Gean Carlos Carlos Ramos:
Complementando o raciocínio: Financiamento PRIVADO, com contribuições somente de pessoa física (PF) e com limite pré-fixado igual para todos os candidatos ao cargo.

E, restrição também na utilização de materiais de campanha, de tempo em emissoras de TV, rádio e jornais. Pré-fixar uma quantidade máxima para cada método de divulgação e campanha, tornando assim mais justa e meritocrática (o candidato vence pelas propostas e não pela imagem que vende em belas campanhas publicitárias!)



Sou contra a influência de qualquer financiamento privado em campanhas porque cria desigualdade entre candidatos, além de ser muito difícil a fiscalização desse dinheiro. Acredito que se o financiamento for eminentemente público, já haverá restrição de gastos com comunicação dos candidatos e permitirá que um candidato sem recursos mas com ideias possa disputar o pleito com certa igualdade de forças. Concordo com todos, e acho que é o pensamento da maioria da população brasileira dos pequenos municípios aos grandes centros, é que deve-se proibir o financiamento de empresas para candidatos políticos.


CONCORDO PLENAMENTE

Acrescento ainda que o valor a ser repassado deve ser indexado ao crescimento do PIB... Assim se evita que os partidos políticos legislem em causa própria, aumentando o valor do repasse quando quiserem, a fim de terem mais verbas para seus candidatos.

RE: financiamento de campanha.
Resposta
24/07/13 19:50 em resposta a ORLANDO MONTENEGRO.
Financiamento de PJ acho que praticamente todos são contra.

A grande polêmica é o financiamento público vs financiamento de PF, também tenho dúvidas, o ideal seria apenas público, mas não sabemos o quanto nossas autoridades irão doar para si próprios.

RE: financiamento de campanha.
Resposta
24/07/13 19:56 em resposta a Adriano A.
Não dá para confiar em financiamento público no Brasil. E também não quero dinheiro que poderia ir para saúde, educação e logística indo para partidos políticos genéricos com idéias das quais não compartilho.

RE: financiamento de campanha.
Resposta
24/07/13 19:58 em resposta a Rafael Terracao.
O financiamento de campanha Privado, já está comprovadamente que não funciona no Brasil. E necessário se discutir uma contribuição para os partidos, onde uma determinada empresa doa uma pequena parcela a ser deduzida no imposto de renda, o qual fica comprovadamente assegurado a doação de forma licita. Agora o financiamento de campanha publica, seria doado aos partidos de acordo com sua representatividade no congresso nacional, e posteriormente distribuído a cada candidato.

RE: financiamento de campanha.
Resposta
24/07/13 21:05 em resposta a Gean Carlos Carlos Ramos.
Gean Carlos Carlos Ramos:
Complementando o raciocínio: Financiamento PRIVADO, com contribuições somente de pessoa física (PF) e com limite pré-fixado igual para todos os candidatos ao cargo.

E, restrição também na utilização de materiais de campanha, de tempo em emissoras de TV, rádio e jornais. Pré-fixar uma quantidade máxima para cada método de divulgação e campanha, tornando assim mais justa e meritocrática (o candidato vence pelas propostas e não pela imagem que vende em belas campanhas publicitárias!)



Analisando as ideias, parece que o FINANCIAMENTO ESTRITAMENTE PÚBLICO seja realmente um caminho possível e mais coerente. Porém, vejo alguns pontos essenciais para que esse modelo tenha credibilidade, que precisam ser articulados juntamente na reforma:

1- Teto de recurso para cada tipo de cargo
2- Esse recurso seria TOTALMENTE VINCULADO A UM MÉTODO PRÉ-FIXADO DE PUBLICIDADE. Explicando: todos os materiais, banners, folhetos, placas, propaganda na tv e rádio, enfim, serão padronizados. Todos os candidatos ao mesmo cargo teriam exatamente as mesmas formas de palanque e propaganda política. O que iria realmente diferenciar e definir o ganhador seriam AS PROPOSTAS E CAPACIDADE, EXPERIÊNCIA. MERITOCRACIA!
3- Voto distrital tem que ser casado a esse sistema totalmente público de financiamento.
4- Limitar a inscrição de candidatos, por distrito, sendo esses indicados por indicação popular mediante recolhimento de assinaturas para poder assim ter direito a candidatar-se.

RE: financiamento de campanha.
Resposta
24/07/13 21:13 em resposta a ORLANDO MONTENEGRO.
Sou a favor do fim do financiamento por parte de PJs.
Gostaria que o financiamento da campanhas fossem por meio de financiamento publico e talvez aberto a doação de PFs com limite do valor total doações por CPF.

Fica minha sugestão de um debate no programa Painel da Globo News e, sobre os novimentos populares e como transformar isso em canais institucionais.

RE: financiamento de campanha.
Resposta
24/07/13 21:57 em resposta a Gean Carlos Carlos Ramos.
Gean Carlos Carlos Ramos:
Gean Carlos Carlos Ramos:
Complementando o raciocínio: Financiamento PRIVADO, com contribuições somente de pessoa física (PF) e com limite pré-fixado igual para todos os candidatos ao cargo.

E, restrição também na utilização de materiais de campanha, de tempo em emissoras de TV, rádio e jornais. Pré-fixar uma quantidade máxima para cada método de divulgação e campanha, tornando assim mais justa e meritocrática (o candidato vence pelas propostas e não pela imagem que vende em belas campanhas publicitárias!)



Analisando as ideias, parece que o FINANCIAMENTO ESTRITAMENTE PÚBLICO seja realmente um caminho possível e mais coerente. Porém, vejo alguns pontos essenciais para que esse modelo tenha credibilidade, que precisam ser articulados juntamente na reforma:

1- Teto de recurso para cada tipo de cargo
2- Esse recurso seria TOTALMENTE VINCULADO A UM MÉTODO PRÉ-FIXADO DE PUBLICIDADE. Explicando: todos os materiais, banners, folhetos, placas, propaganda na tv e rádio, enfim, serão padronizados. Todos os candidatos ao mesmo cargo teriam exatamente as mesmas formas de palanque e propaganda política. O que iria realmente diferenciar e definir o ganhador seriam AS PROPOSTAS E CAPACIDADE, EXPERIÊNCIA. MERITOCRACIA!
3- Voto distrital tem que ser casado a esse sistema totalmente público de financiamento.
4- Limitar a inscrição de candidatos, por distrito, sendo esses indicados por indicação popular mediante recolhimento de assinaturas para poder assim ter direito a candidatar-se.




Eu entendo que o financiamento público já existe em forma de PROPAGANDA OBRIGATÓRIA e FUNDO DE PARTICIPAÇÃO DOS PARTIDOS, ambos pagos com dinheiro público. Ocorre que para campanhas somente com financiamento público este montante será inviável se levarmos em consideração que a cada eleição são 500.000 candidatos. Portanto acredito que o financiamento misto, onde o apoio das empresas e pessoas físicas ficariam limitados de 1/2 salário mínimo a 1 salário mínimo no máximo. Proibição de colaboração a qualquer tipo que seja de financiamento de campanhas por EMPRESAS DE TRANSPORTES COLETIVOS, BANCOS, MINERADORAS e principalmente EMPREITEIRAS. Outra providência é acabar com a contração dos marketeiros políticos, pois seus serviços custam milhões de reais a cada eleição (vide Duda Mendonça).

RE: financiamento de campanha.
Resposta
24/07/13 22:26 em resposta a ORLANDO MONTENEGRO.
Defendia que o Nao financiamento public de campanha até para e ver que ja financiamos, a campanha
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