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Gerrymandering

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Gerrymandering
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24/07/13 16:30
Se até nos EUA isso existe, como garantir que não vai existir Gerrymandering aqui?



Joguinho do Gerrymandering

RE: Gerrymandering
Resposta
24/07/13 18:00 em resposta a Adriano A.
Voto majoritário: Em um sistema eleitoral majoritário quem vence a eleição é aquele que ganha o maior número de votos. No Brasil isso se aplica às eleições do poder executivo, ou seja, para eleger prefeitos, governadores e presidente, e também para as eleições de senadores.
1http://www.guiadedireitos.org/index.php?option=com_content&view=article&id=1058&Itemid=276


Acredito que esse seja o melhor método, e deveria ser adotado para todas os cargo, além de presidente, governador e senadores. Para vereadores e deputados também!

RE: Gerrymandering
Resposta
24/07/13 19:12 em resposta a Gean Carlos Carlos Ramos.
Nós temos a Justiça Eleitoral Federal que controlaria e desenharia os distritos, ao contrário do que aconteceu em alguns poucos estados americanos antes da decisão da Suprema Corte que proibiu o Guerrymandering.

Veja o vídeo explicativo: http://youtu.be/Ls1nKPaKvxs

RE: Gerrymandering
Resposta
24/07/13 20:00 em resposta a Luis Eduardo Rego Freitas.
Luis Eduardo Rego Freitas:
Nós temos a Justiça Eleitoral Federal que controlaria e desenharia os distritos, ao contrário do que aconteceu em alguns poucos estados americanos antes da decisão da Suprema Corte que proibiu o Guerrymandering.

Veja o vídeo explicativo: http://youtu.be/Ls1nKPaKvxs


No vídeo ele fala da distribuição de acordo com o IGBE, o problema fica nas grandes cidades (e aproveito para criticar a falta de interesse de divisão das grandes cidades), como iria dividir uma cidade como São Paulo onde o IGBE não possui nenhuma classificação?

RE: Gerrymandering
Resposta
24/07/13 21:35 em resposta a Adriano A.
Discordo da opinião dos que defendem o voto majoritário , pois o sistema distrital simples não é defendido por nenhum especialista em ciência política como também não é adotado por nenhum país desenvolvido ou, principalmente, que tenha realizado uma reforma política recente - aliás todos os países do mundo que realizam estudos técnicos divulgam que o Sistema Proporcional tem mais pontos positivos que o Sistema Distrital (Majoritário) Simples ou Misto... para que se efetive uma democracia mais igualitária, com maior pluralidade de partidos/ideias e com a participação de todos.

O que se precisaria fazer é uma especialização do voto proporcional... o que chamo de "VOTO PROPORCIONAL POR DISTRITOS” - que manteria o sistema eleitoral, mas restringia a distritos para cada cargo. Dessa maneira restringía-se o "Efeito Tiririca" apenas ao distrito (os puxadores de voto se restringiriam aos distritos que disputassem).

Assim, o SISTEMA PROPORCIONAL deveria ser realizado para os seguintes distritos: Vereador = seção Eleitoral no Município; Deputado Estadual = Mesoregiões jáestabelecidas pelo IBGE nos Estados; Deputado Federal = Território Estadual.

RE: Gerrymandering
Resposta
24/07/13 21:59 em resposta a Adriano A.
Adriano A:
Luis Eduardo Rego Freitas:
Nós temos a Justiça Eleitoral Federal que controlaria e desenharia os distritos, ao contrário do que aconteceu em alguns poucos estados americanos antes da decisão da Suprema Corte que proibiu o Guerrymandering.

Veja o vídeo explicativo: http://youtu.be/Ls1nKPaKvxs


No vídeo ele fala da distribuição de acordo com o IGBE, o problema fica nas grandes cidades (e aproveito para criticar a falta de interesse de divisão das grandes cidades), como iria dividir uma cidade como São Paulo onde o IGBE não possui nenhuma classificação?


A simulação da distritalização do território já foi feito com base nos dados do IBGE. Os TREs desenhariam os distritos facilmente com os dados dos endereços de cada eleitor. Isso não demoraria mais que algumas semanas.Veja a simulação dos distritos neste link

RE: Gerrymandering
Resposta
24/07/13 22:32 em resposta a Adriano A.
Adenor Gouvêa:
Simples, direto e se enrolação, esse deve ser o nosso sistema!

Vence o mais votado!

Quer algo mais democrático que isso?

De resto pra mim é pura conversa fiada e coisa pra confundir a cabeça do eleitor!

Por que não apostar no simples?

Espero que essa postagem não seja ignorada.

Obrigado!


Adenor, no voto distrital você elege o mais votado na sua região, de forma simples e direta.

RE: Gerrymandering
Resposta
24/07/13 22:44 em resposta a Luis Eduardo Rego Freitas.
Adenor Gouvêa:
Luis Eduardo Rego Freitas:


Adenor, no voto distrital você elege o mais votado na sua região, de forma simples e direta.


Mas em que eleições? Ta vendo que isso cria confusão?!

Até agora não ví ninguém falar disso claramente na TV!

Votar na minha região eu voto nos deputados estaduais, vereadores... Política nacional é nacional! Não temos que pensar em regiões, temos que pensar no nacional!



O voto distrital é utilizado há mais de mil anos na Islândia e mais de setecentos anos na Inglaterra e outros tantos séculos nos Estados Unidos e na França, com evidente sucesso.

Dentre as modalidades de voto distrital, sem dúvida a melhor é a uninominal. Para utilizar esse sistema no Brasil, basta contabilizar os mais de 140 milhões de cidadãos brasileiros e dividi-los pelos 513 cargos de deputados federais criando distritos desenhados pela justiça eleitoral com aproximadamente 274 mil eleitores. A mesma distribuição será feita em relação aos cargos de deputado estadual e vereador. Vence o candidato com mais votos no distrito, podendo ocorrer um segundo turno com os dois mais votados caso o primeiro colocado não obtenha mais de 50% dos votos, assim como fazemos para os cargos de prefeito, governador e presidente.

Como o candidato tem que residir no distrito, será mais fácil conhecê-lo, saber onde mora, como ganha a vida, os lugares que freqüenta.

Os partidos não terão interesse em apresentar mais de um candidato por distrito, assim será possível produzir debates entre eles. Os eleitores poderão perguntar o que os pretendentes ao cargo o que pensam sobre temas gerais como combate à corrupção, aborto, descriminalização das drogas, porte de arma, maioridade penal e também temas locais, sobre como melhorar as escolas, hospitais, esgotos, estradas, avenidas, parques e praças da sua região. Isso facilitará o exercício do mandato pelo deputado ou vereador, que saberá exatamente como pensam os seus eleitores (o que facilitaria a aplicação da democracia direta). Nunca mais teremos bairros gigantescos, como as periferias das grandes cidades, sem um deputado ou vereador para representá-los. Essas regiões não serão mais esquecidas pelo poder público. Será muito mais fácil identificar e reconhecer lideranças locais.

Caso os partidos não apresentem planos de governo que atendam a região, é mais fácil implantar a possibilidade de candidaturas avulsas. Nos países onde isso ocorre, basta que o líder local sem partido colha a assinatura de 2% dos eleitores do seu distrito para que se candidate ao pleito. Isso evita que os oligarcas partidários tenham o monopólio de quem pode ou não ser eleito, desestimulando conchavos regionais entre as siglas.

Nos distritos as campanhas também seriam muito mais baratas e pessoais, sem necessidades de custosas viagens pelo estado, showmícios itinerantes ou atividades publicitárias caríssimas por vezes alimentadas pelos famosos “Caixa 2” que obrigam os candidatos a favores pouco democráticos com empresas, sindicatos, igrejas e outras instituições.

Uma vez eleito, o mandato seria fiscalizado de perto pelos moradores, que saberiam exatamente o nome do representante do seu distrito e pelos próprios adversários políticos que possuem interesse no cargo. Por isso seria muito mais difícil criar e manter currais eleitorais.

No sistema distrital uninominal também é muito mais fácil implantar o recall eleitoral, ou seja, caso o vereador ou deputado eleito e “esqueça-se” de prestar contas aos habitantes de sua região ou se mostre inepto como representante, basta recolher as assinaturas de 5% dos eleitores do distrito para convocar novas eleições no local, confirmando o nome do deputado ou vereador ou trocando-o por outro. Simples assim, sem processos longos e procedimentos probatórios arrastados e frustrantes.

RE: Gerrymandering
Resposta
25/07/13 13:24 em resposta a Adriano A.
Sou totalmente contra o voto distrital e totalmente favorável ao voto proporcional.

O Poder Legislativo tem uma dinâmica representativa própria, diversa do Poder Executivo. Ambos são complementares e se controlam mutuamente, mas operam por lógicas diversas.

No Poder Legislativo (vereadores, deputados estaduais e federais, senadores), é importante que minorias e bandeiras difusas estejam representadas, e não apenas localismos. A vontade da maioria é representada pelo Poder Executivo (prefeito, governador, presidente). Já temos, aliás, um Legislativo eleito por voto majoritário, o Senado, que na prática já funciona como voto distrital.

O voto distrital fortalece o personalismo, o clientelismo e as oligarquias locais. Seria a alegria dos compradores de votos, das máfias com milícias privadas, dos distribuidores de favores em troca de apoio eleitoral direto e indireto.

Precisamos fortalecer a representatividade da diversidade sócio-cultural presente na nossa sociedade multicolorida e multicultural, e não fortalecer ainda mais os chefetes e milicianos.

distrital=provincianismo, clientelismo e personalismo fortalecidos

proporcional=representação da diversidade cultural, social e política.

RE: Gerrymandering
Resposta
25/07/13 14:15 em resposta a Matheus Boni Bittencourt.
Matheus Boni Bittencourt:
Sou totalmente contra o voto distrital e totalmente favorável ao voto proporcional.

O Poder Legislativo tem uma dinâmica representativa própria, diversa do Poder Executivo. Ambos são complementares e se controlam mutuamente, mas operam por lógicas diversas.

No Poder Legislativo (vereadores, deputados estaduais e federais, senadores), é importante que minorias e bandeiras difusas estejam representadas, e não apenas localismos. A vontade da maioria é representada pelo Poder Executivo (prefeito, governador, presidente). Já temos, aliás, um Legislativo eleito por voto majoritário, o Senado, que na prática já funciona como voto distrital.

O voto distrital fortalece o personalismo, o clientelismo e as oligarquias locais. Seria a alegria dos compradores de votos, das máfias com milícias privadas, dos distribuidores de favores em troca de apoio eleitoral direto e indireto.

Precisamos fortalecer a representatividade da diversidade sócio-cultural presente na nossa sociedade multicolorida e multicultural, e não fortalecer ainda mais os chefetes e milicianos.

distrital=provincianismo, clientelismo e personalismo fortalecidos

proporcional=representação da diversidade cultural, social e política.



Voto em lista proporcional é entregar aos caciques de partido quem deve ou não ser eleito. Tirar o debate da população e entregá-los a oligarcas das siglas. Chega de lista partidária, isso não funciona mais no Brasil.

RE: Gerrymandering
Resposta
25/07/13 14:20 em resposta a Gean Carlos Carlos Ramos.
Gean Carlos Carlos Ramos:
Voto majoritário: Em um sistema eleitoral majoritário quem vence a eleição é aquele que ganha o maior número de votos. No Brasil isso se aplica às eleições do poder executivo, ou seja, para eleger prefeitos, governadores e presidente, e também para as eleições de senadores.
1http://www.guiadedireitos.org/index.php?option=com_content&view=article&id=1058&Itemid=276


Acredito que esse seja o melhor método, e deveria ser adotado para todas os cargo, além de presidente, governador e senadores. Para vereadores e deputados também!



Concordo plenamente e acho que é consenso no Brasil. O sistema deve ser como no voto majoritário para vereador, deputado, senadores. É o mais justo ! Penso também que os suplentes de senadores devem seguir o modelo de vereador. Nada de suplente assumir sem ter recebido nenhum voto.

RE: Gerrymandering
Resposta
25/07/13 14:39 em resposta a Allan David.
Respostas às críticas do voto sobre o voto distrital:


RE: Gerrymandering
Resposta
25/07/13 16:06 em resposta a Luis Eduardo Rego Freitas.
Luis Eduardo Rego Freitas:


Voto em lista proporcional é entregar aos caciques de partido quem deve ou não ser eleito. Tirar o debate da população e entregá-los a oligarcas das siglas. Chega de lista partidária, isso não funciona mais no Brasil.


O voto distrital acaba com a representação das minorias e fortalece os candidatos personalistas, que se baseiam em clientelismos locais. Na verdade, além da manipulação dos distritos por "Gerrymandering", no Brasil forcelecem-se os currais eleitorais controlados através de concessões de rádio e televisão, compra de votos e coação eleitoral.

Imaginem a alegria das máfias milicianas que controlam periferias urbanas se puderem eleger seus candidatos com distritinhos.

RE: Gerrymandering
Resposta
25/07/13 16:12 em resposta a Luis Eduardo Rego Freitas.
Luis Eduardo Rego Freitas:


O voto distrital é utilizado há mais de mil anos na Islândia e mais de setecentos anos na Inglaterra e outros tantos séculos nos Estados Unidos e na França, com evidente sucesso.



Evidente sucesso? Acho que não.

Abaixo estão críticas em vídeo em inglês (há legendas em português) ao sistema desses países:

Gerrymandering Explained (Há legendas em português)

Multiple Party Gerrymandering (Gerrymandering com vários partidos) (Apenas audio em inglês)

The Trouble with the Electoral College (O problema com o colégio eleitoral) (Audio e legendas em inglês)

E, críticas ao voto distrital em português:

O voto distrital é excludente

Política: O voto distrital e suas andanças

Voto distrital : SOU CONTRA

Voto distrital: Elitização e conservadorismo na política

RE: Gerrymandering
Resposta
25/07/13 19:42 em resposta a Frederico Miranda Brandão Alves.
Você está defendendo qual sistema? Aqueles em que os partidos fazem listas de candidatos a deputados que dizem que vão representar o Estado inteiro?

RE: Gerrymandering
Resposta
25/07/13 21:56 em resposta a Luis Eduardo Rego Freitas.
Luis Eduardo Rego Freitas:

Voto em lista proporcional é entregar aos caciques de partido quem deve ou não ser eleito. Tirar o debate da população e entregá-los a oligarcas das siglas. Chega de lista partidária, isso não funciona mais no Brasil.


No sistema distrital é a mesma coisa, quem escolhe os candidatos são os partidos.

E a questão das oligarquias pode ser resolvida aprimorando a democracia interna dos partidos.

RE: Gerrymandering
Resposta
26/07/13 14:32 em resposta a Adriano A.
Adriano A:
Luis Eduardo Rego Freitas:

Voto em lista proporcional é entregar aos caciques de partido quem deve ou não ser eleito. Tirar o debate da população e entregá-los a oligarcas das siglas. Chega de lista partidária, isso não funciona mais no Brasil.


No sistema distrital é a mesma coisa, quem escolhe os candidatos são os partidos.

E a questão das oligarquias pode ser resolvida aprimorando a democracia interna dos partidos.



No voto distrital, como são pequenas regiões, é muito mais fácil do eleitor identificar lideranças locais que poderão concorrer a eleição e representá-lo.
Vale mencionar que no voto distrital também é muito mais fácil de admitir candidaturas avulsas, ou seja, o candidato recolhe assinatura de 2% dos eleitores do distrito e leva para a justiça eleitoral que deferirá sua participação no sufrágio (candidatura avulsa é permitida em mais de 90% das democracias do mundo há tópicos no edemocracia nesse sentido).
Percebe como a representação surge dos eleitores? Muito diferente de um lista criada por caciques partidários numa região distante.

RE: Gerrymandering
Resposta
26/07/13 15:09 em resposta a Adriano A.
Falar que no Brasil ocorreria Gerrymandering "beira a desonestidade intelectual".


RE: Gerrymandering
Resposta
27/07/13 21:14 em resposta a Adriano A.
1. fim do voto secreto no legislativo;
2. extinguir o voto de lideranças;
3. abolir a sistemática de votação do tipo “quem estiver a favor permaneça como está”;
4. financiamento de campanha exclusivamente público;
5. divulgação na internet despesas de campanha: data, hora, cidade, uf, CNPJ/CPF, nome recebedor, finalidade, valor etc;
6. regulamentar PLEBISCITOS e REFERENDOS (Projetos de Lei nº 4.718/2004 e 6.928/2002);
7. regulamentar CONSULTA POPULAR para revogar mandatos (PLS nº 269/2005 e 82/2003);
8. implementar a revogação e o veto popular (PEC 80/2003);
9. voto distrital misto;
10. princípios mínimos obrigatórios em estatutos e regimentos internos dos partidos: democracia interna, transparência;
11. prazo mínimo de 5 (cinco) anos de filiação para concorrer a cargos internos e eletivos, critérios para indicação para concorrer a cargos eletivos etc;
12. lista fechada ou mista, composta por voto direto dos filiados do partido;
13. proibir coligações partidárias para cargos proporcionais;
14. reduzir o período de propaganda eleitoral para, no máximo, 30 dias corridos;
15. permitir propaganda em rádio e TV somente ao vivo, sem produção de agências de publicidade;
16. regulamentar o formato dos debates entre candidatos ao Executivo;
17. definir prazo máximo para tramitação de propostas no legislativo (9 meses);
18. reduzir a quantidade mínima de assinaturas para apresentação de projeto de iniciativa popular;
19. voto facultativo;
20. abolir as emendas parlamentares ao Orçamento Geral da União;
21. extinguir o foro privilegiado e a imunidade processual para crime comum;
22. abolir as medidas provisórias ou instituir mecanismo que obrigue votação imediata, em até 30 (trinta) dias, no máximo;
23. concurso para ministros dos tribunais, revogar a indicação pelo Executivo;
24. eliminar a concessão de subsídios a vereadores nos municípios com menos de 100.000 habitantes;
25. extinguir o instituto da reeleição, inclusive para o legislativo;
26. estabelecer mandatos de 5 (cinco) anos e realizar eleições anuais;
27. no 1º ano, eleições para vereadores e deputados estaduais/distritais;
28. no 2º ano, para prefeitos municipais;
29. no 3º ano, deputados federais e senadores;
30. no 4º ano: governadores;
31. no 5º ano: presidente da república;
32. extinguir o Senado e transformar o parlamento em unicameral;
33. reduzir o mandado de senador de 8 para 5 anos;
34. quebra automática de sigilo (fiscal, bancário e telefônico) a partir do registro de candidatura a qualquer cargo eletivo (PEC 42/2007);
35. quebra automática de sigilo (fiscal, bancário e telefônico) a partir da posse em cargo público eletivo ou de livre provimento;
36. detentores de cargos públicos indiciados, investigados, denunciados sejam afastados, automática e temporariamente (6 meses);
37. retenção de passaporte, bloqueio de bens, quebra de sigilo (fiscal, bancário e telefônico) de autoridades denunciadas;
38. proibir qualquer propaganda paga por órgãos públicos;
39. garantir informes de utilidade pública na TV de forma gratuita, obrigatória e prioritária;
40. proibir o uso de cavaletes, bandeiras e carro de som na propaganda eleitoral;
41. proibir a divulgação de pesquisas eleitorais;
42. instituir mecanismos rigorosos e eficazes sobre fidelidade partidária;
43. divulgação, na internet, de declarações de renda e patrimônio dos ocupantes de cargos públicos eletivos e de livre provimento;
44. posse em cargo eletivo condicionada a desfecho de eventuais processos a que responda o candidato;
45. organizar a pauta do legislativo de acordo com a ordem de entrada: “primeiro a entrar primeiro a sair”;
46. parlamentares só nomear, no máximo, 5 (cinco) assessores em cargos de livre provimento;
47. conceder a parlamentares federais, no máximo, 2 (duas) passagens (ida/volta) à capital de origem, por mês;
48. parlamentar que deixar de comparecer a mais de 1/10 (um décimo) das sessões legislativas de cada ano perderá o mandato.