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Campanhas Eleitorais Exclusivas Com Financiamento Público

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As relações entre eleitores e agentes políticos eleitos e os trabalhos legislativos que serão realizados terão um novo formato e poderão ter resultados muito positivos a partir do momento que pessoas jurídicas e pessoas físicas forem proibidas de efetuarem doações de qualquer espécie para referidas campanhas. Doações podem sugerir sutilmente tráfico de influência e troca de favores - ou intenções de favorecimento - diversos no meio político. As Campanhas Eleitorais Exclusivas Com Financiamento Público coíbem aquelas possíveis trocas citadas e atribui responsabilidades a todos nós brasileiros e brasileiras eleitores e eleitos porque na verdade são recursos provenientes dos impostos que pagamos. Suponho que esta é uma visão completamente diferente de fazer política neste nosso País.
Fazer política nas Assembleias e Câmaras Legislativas como os nossos e nossas representantes o fazem, não é trabalhar em prol da população toda, de todas as classes sociais? Neste caso sugiro Campanhas Eleitorais Exclusivas Com Financiamento Público devidamente à mostra, à vista de toda população, ou seja, transparência completa. Desta forma podemos - suponho - mudar parte da nossa história política rechaçando qualquer possibilidade sutil de favorecimentos ou privilégios.

RE: Campanhas Eleitorais Exclusivas Com Financiamento Publico
Resposta
24/07/13 20:20 em resposta a Geraldo César Rodrigues.
Imagine o seu dinheiro de impostos indo para a campanha do Sarney, Feliciano, Renan, Collor etc.
Sou totalmente contra o financiamento público. Tem coisas mais importantes para investir (saúde, educação, transportes) do que em políticos.

RE: Campanhas Eleitorais Exclusivas Com Financiamento Público
Resposta
24/07/13 20:25 em resposta a Geraldo César Rodrigues.
Geraldo, penso que não se deva proibir a doação de pessoas físicas. Foi com base nessas doações que Obama se elegeu. O que é preciso é estabelecer limites. Além disso, a doação de pessoas físicas pressupõe a participação efetiva do cidadão que puder contribuir. O financiamento exclusivo não impede a existência de Caixa 2 (pelos candidatos poderosos). Então, é preciso que os não-poderosos tenham, além da fonte pública, outra fonte, nesse caso, legalmente admitida.

RE: Campanhas Eleitorais Exclusivas Com Financiamento Público
Resposta
24/07/13 20:35 em resposta a Rafael Terracao.
Quando uma pessoa física ou jurídica faz doação para campanha de um político ou partido, não o faz com algum interesse escuso? Essa possibilidade existe.

RE: Campanhas Eleitorais Exclusivas Com Financiamento Público
Resposta
24/07/13 20:49 em resposta a Geraldo César Rodrigues.
As últimas eleições federais na Dinamarca com financiamento público custaram 5 milhões de euros. A questão é, será que os nossos estarão dispostos à economizarem dinheiro público nas campanhas?

RE: Campanhas Eleitorais Exclusivas Com Financiamento Público
Resposta
24/07/13 20:50 em resposta a Geraldo César Rodrigues.
Desde que seja criada a prisão perpétua para todo e qualquer envolvido em caixa dois, e que todo candidato seja obrigado a assinar um documento abrindo os sigilos bancários, telefônicos e digitais de parentes, "assessores" e apaniguados até quinto grau no caso de suspeita de financiamentos de campanha alternativo pode até dar certo!

RE: Campanhas Eleitorais Exclusivas Com Financiamento Público
Resposta
24/07/13 20:53 em resposta a Geraldo César Rodrigues.
Sinceramente? Acredito que um sistema político-eleitoral (como um todo) deve ser desenhado para permitir a "melhor" expressão da sociedade (povo) em políticas públicas decididas pelos seus representantes.

Só um tipo de grupo político pode desejar financiamento público, o dos grupos radicais minoritários que querem garantir eterna exposição política. Sabem que permanecerão na periferia da arena política até que aconteça algum momento de comoção geral e tentem tomar de assalto o poder. A história sempre assiste isso se repetir.

O sistema 100% privado, com proibição de doação de pessoas jurídicas e limite máximo de doação por pessoa física elimina a possibilidade de grupos que pouco representam construam uma "sombra" maior que a estatura real deles. Da mesma fora, evita o poder econômico.

Vale lembrar que a propaganda eleitoral gratuíta em TV e Rádio é uma (a principal) forma atual de financiamento público de campanha. Tem de acabar.

E antes que argumentem que isso tudo "impossibilita" o candidato de se tornar conhecido, se o voto fosse distrital puro, como eu acredito que deveria ser, ninguém precisaria fazer campanhas milionárias, nem aparecer na TV. Precisaria aparecer na comunidade dele e dar a cara para bater.

RE: Campanhas Eleitorais Exclusivas Com Financiamento Público
Resposta
24/07/13 20:55 em resposta a Geraldo César Rodrigues.
Eu acho que devia sim ser financiamento 100% publico, proibindo totalmente qualquer tipo de contribuição privada ou de pessoa física.
O valor de financiamento publico deve ser pequeno, deve contemplar propagandas especificas.
Qualquer outro tipo de propaganda paga, deveria ser proibida, mesmo que o candidato tenha o dinheiro para pagar.

O objetivo ao meu ver é tirar o dinheiro como fator de decisão na campanha. Queremos políticos de qualidade, não políticos ricos, muito menos que vendem suas ideologias por financiamento.

RE: Campanhas Eleitorais Exclusivas Com Financiamento Público
Resposta
24/07/13 20:59 em resposta a Adriano A.
A Dinamarca possui eleição distrital, e tem o território total menor que o Estado do Espírito Santo e população menor que o Município do Rio de Janeiro.

Cada distrito é um vilarejo minúsculo. Não precisa mais que um churrasco e um discurso em cima de uma caixa de feira para fazer campanha.

RE: Campanhas Eleitorais Exclusivas Com Financiamento Público
Resposta
24/07/13 21:34 em resposta a Ernst Hellmuth.
Ernst Hellmuth:
Sinceramente? Acredito que um sistema político-eleitoral (como um todo) deve ser desenhado para permitir a "melhor" expressão da sociedade (povo) em políticas públicas decididas pelos seus representantes.


Isso que você falou é exatamente o que temos hoje! Nada de novo!


Ernst Hellmuth:
Só um tipo de grupo político pode desejar financiamento público, o dos grupos radicais minoritários que querem garantir eterna exposição política. Sabem que permanecerão na periferia da arena política até que aconteça algum momento de comoção geral e tentem tomar de assalto o poder. A história sempre assiste isso se repetir.


Aqui eu discordo totalmente! A câmara de deputados e os diferentes partidos existem para representar os diferentes tipos de pensamentos, sem diversidade de pensamentos e sem partidos não existe democracia!

Mas você tocou em um ponto importante, siglas diferentes mas partidos com a mesma ideologia, disso realmente não precisamos, isso só infla o sistema, esses partidos com os mesmos ideais devem se unir, os sem ideais devem se aposentar.

Ernst Hellmuth:
O sistema 100% privado, com proibição de doação de pessoas jurídicas e limite máximo de doação por pessoa física elimina a possibilidade de grupos que pouco representam construam uma "sombra" maior que a estatura real deles. Da mesma fora, evita o poder econômico.


A Questão não é essa! Nós fomos para as ruas buscando IGUALDADE, JUSTIÇA E LIBERDADE. Os partidos que tenham ideais e propostas políticas devem ter o mesmo orçamento e espaço na TV para que a competição seja justa! Se não tem IGUALDADE não tem JUSTIÇA! Logo vai contra os nossos interesses! INTERESSES DO POVO!


Ernst Hellmuth:
Vale lembrar que a propaganda eleitoral gratuíta em TV e Rádio é uma (a principal) forma atual de financiamento público de campanha. Tem de acabar.


Essa eu realmente não entendi! Acabar com a propaganda no rádio e na TV pra que? Esses são os maiores canais de comunicação do Brasil, acabar com isso porque e pra que?


Ernst Hellmuth:
E antes que argumentem que isso tudo "impossibilita" o candidato de se tornar conhecido, se o voto fosse distrital puro, como eu acredito que deveria ser, ninguém precisaria fazer campanhas milionárias, nem aparecer na TV. Precisaria aparecer na comunidade dele e dar a cara para bater.


Primeiro ponto, candidato nenhum tem que se tornar conhecido, quem tem que querer tornar conhecido são os artistas... Todos os candidatos e partidos devem ter o direito de apresentar seu plano de governo, se eles não tem essa possibilidade não existe democracia. Como é que eu vou votar se eu não posso conhecer todas as propostas? Não podemos ir por esse caminho.

Essa história de voto distrital, distritão... É uma grande confusão, ainda não ví isso ser explicado direito. Mas eu não concordo que um candidato que tenha menos votos totais que outro seja eleito. Isso tudo fica anti-democratico.

Qual é a lógica de ganhar o menos votado? Se isso é invenção de americano eles devem ter buscado em portugal! (Piadinha, sem querer ofender ninguém!)

Justo é ganhar quem tem mais votos! Diferente disso é falsa democracia!

RE: Campanhas Eleitorais Exclusivas Com Financiamento Público
Resposta
24/07/13 22:04 em resposta a Liberdade.
Concordo com o financiamento a princípio exclusivamente público. Apesar de acreditar que doações de pessoas físicas deveriam posteriormente serem discutidas, permitir essas doações e concomitantemente abolir as doações de pessoas jurídicas apenas criaria uma abertura para o escoamento das mesmas por meio de funcionários de empresas, registros fantasmas, etc.. Um teto para essas doações dificultaria, mas não preveniria esse tipo de ação. Acho que o modelo a ser adotado no momento deveria ser um de financiamento exclusivamente público, de forma igualitária, limitada e fiscalizada, possibilitando assim uma aproximação ao conceito de meritocracia partidária. No entanto também é necessária uma discussão paralela sobre o número excessivo de partidos e a falta de ideologia partidária.

RE: Campanhas Eleitorais Exclusivas Com Financiamento Público
Resposta
24/07/13 22:31 em resposta a Geraldo César Rodrigues.
As campanhas devem ser feitas pela internet, o que diminuiria o custo das propagandas. Não considero correto que o contribuinte pague pela campanha eleitoral.
Os partidos só teriam direito a horário gratuito na tv e rádio.

Deveriam ser proibidas as propagandas com faixas, banners, pinturas em muros, fachadas de casas, prédios e distribuição de santinhos. O povo deveria ser educado a interagir com seus candidatos, a conhecê-los minimamente - com leitura de biografia e apresentação de seus projetos - pela internet, nos perfis destes.

O Participatório e o e-Democracia comprovam que a população brasileira é capaz de dialogar sobre a política com a utilização da internet. Não há sentido, pois, que se gaste tanto dinheiro em campanhas eleitorais. Se continuarmos a permitir a circulação de altas somas entre os partidos, o voto de cabresto, comprado, obrigado de um modo ou outro, continuará a ser uma prática no Brasil.

RE: Campanhas Eleitorais Exclusivas Com Financiamento Público
Resposta
24/07/13 23:26 em resposta a Geraldo César Rodrigues.
Financiamento privado, somente por pessoa física, com limites mensais.

Se uma mãe e um pai tem que ter trabalho duro para conseguir dinheiro para sustentar seus filho, o politico que vá atras de pessoas que apoiem as suas propostas, já acontece neste momento um filtro nas más e boas ideias.

RE: Campanhas Eleitorais Exclusivas Com Financiamento Publico
Resposta
24/07/13 23:34 em resposta a Rafael Terracao.
Então vc acha bom que grandes empresas invistam nos políticos? O financiamento publico ,para mim é a melhor opção, assim os políticos estarão limitados a um x de gasto e só, não haverá pressão de empresas em suas candidaturas.

RE: Campanhas Eleitorais Exclusivas Com Financiamento Publico
Resposta
24/07/13 23:42 em resposta a Rafael Valério.
Acredito que é possível financiamento tanto por pessoas físicas como jurídicas. Basta criar um fundo para doações, aonde qualquer um pode doar. Depois, basta dividir tudo igualmente entre os candidatos. Sem escolhas, proporções etc.

RE: Campanhas Eleitorais Exclusivas Com Financiamento Publico
Resposta
25/07/13 00:26 em resposta a Rafael Valério.
Rafael, parabéns pela sua visão sobre política neste nosso País. A proposta Campanhas Eleitorais Exclusivas Com Financiamento Público visa mudar completamente a relação eleitor versus candidato eleito porque o poder econômico não ditará regras mais, e os conchavos e tráfico de influência ou troca de favores possíveis serão coibidos. Imagine uma grande empresa empurrando milhares e milhares de reais - para não dizer milhões de reais - e uma pessoa física doando centenas de reais para um partido político ou um candidato conhecido, amigo ou parente; há interesses escusos. Na política, entendo que quem legisla, deve legislar para todos, indistintamente, e quem governa, deve governar para todos. A proposta em referência é a melhor solução para mudar parte da nossa história política atual.
Uma vez mais, parabéns, Rafael, pela sua visão sobre política.

RE: Campanhas Eleitorais Exclusivas Com Financiamento Publico
Resposta
25/07/13 01:45 em resposta a Bruno Pio.
Adenor Gouvêa:
Bruno Pio:
Acredito que é possível financiamento tanto por pessoas físicas como jurídicas. Basta criar um fundo para doações, aonde qualquer um pode doar. Depois, basta dividir tudo igualmente entre os candidatos. Sem escolhas, proporções etc.


Isso seria bonito, mas você acha que os empresários mandariam dinheiro sem saber para onde ele está indo? Não mandariam! Eles são investidores não bem feitores


E o dinheiro usado na campanha, mesmo sendo de verba pública, igualmente seria uma 'porta' para troca de interesses. E tem outra, assim como obras são super-faturadas, alguém acredita que, se aprovarem o financiamento público das campanhas, não haverá alguma falcatrua no orçamento?!?

Liberem 1 milhão; a conta real será de quanto?

Liberar o financiamento público das campanhas é o mesmo que autorizar outro meio para desviarem verba pública.

RE: Campanhas Eleitorais Exclusivas Com Financiamento Publico
Resposta
25/07/13 02:23 em resposta a Cristian Rogers S. Dequi.
Adenor Gouvêa:
Cristian Rogers S. Dequi:
Adenor Gouvêa:
Bruno Pio:
Acredito que é possível financiamento tanto por pessoas físicas como jurídicas. Basta criar um fundo para doações, aonde qualquer um pode doar. Depois, basta dividir tudo igualmente entre os candidatos. Sem escolhas, proporções etc.


Isso seria bonito, mas você acha que os empresários mandariam dinheiro sem saber para onde ele está indo? Não mandariam! Eles são investidores não bem feitores


E o dinheiro usado na campanha, mesmo sendo de verba pública, igualmente seria uma 'porta' para troca de interesses. E tem outra, assim como obras são super-faturadas, alguém acredita que, se aprovarem o financiamento público das campanhas, não haverá alguma falcatrua no orçamento?!?

Liberem 1 milhão; a conta real será de quanto?

Liberar o financiamento público das campanhas é o mesmo que autorizar outro meio para desviarem verba pública.



Com financiamento público exclusivo de campanha não tem como fazer falcatrua sabe porque? Porque pouco dinheiro será dedicado as campanhas. As campanhas serão diferentes, ao invés de ser aquele espetáculo de imagem de cinema, será mais a apresentação das proposta políticas, sem musiquinha bonitinha... Serão filmes publicitários mais crus... Quem fizer espetáculo de imagens, vai ficar claro que usou mais dinheiro do que devia, é simples. Esse novo modelo pede ética e responsabilidade com o eleitor. Por isso sou a favor dele! É para o nosso bem!


Demonstra-me, com apenas um exemplo, que o orçamento, seja para que fim político, em tese 'para o nosso bem', Adenor, seja respeitado?
Uma coisa é dizer que gastou-se tanto, outra é ter-se realmente gasto esse tanto.
Para que não tenha mais musiquinha e essas tosquices que tentam levar o eleitor mal-informado e mal-formado politicamente à emoção, à comoção, ou seja, levado no papo e no sentimentalismo, basta proibir-se tais recursos, que nada têm a ver com a seriedade que a política exige. Que coloquem musiquinha na igreja, mas não no horário político, tchê! Porque se a questão é limitar os recursos para as campanhas, evitando-se tais abusos ao bom senso, à moralidade, ao bom gosto, bastaria definir-se, independentemente de qual seja a fonte, privada ou pública, os partidos nem os candidatos avulsos (se isso, tomara, for aprovado pela Reforma Política) poderão ultrapassar um valor 'x'. E isso deverá ser comprovado.

O fato de que as campanhas sejam patrocinadas pelo governo, com dindim do contribuinte, não são garantias de que a corrupção acabará, visto que os candidatos poderiam, assim mesmo, ganhar alguns 'agradinhos' de empresários e de outros políticos, se não do partido, para que, caso eleitos, defendam interesses escusos, particulares, de um segmento bem restrito da sociedade.

Os candidatos têm de se virar pra fazer campanha sem um real no bolso; pela net, de boca em boca, percorrendo bairros, cidades, estados, com os recursos de doação, então, de seus filiados. Os demais se virem, legalmente, como puderem. Mas seja proibido igualmente essas pesquisas tendenciosas que 'demonstram' as intenções de voto.

RE: Campanhas Eleitorais Exclusivas Com Financiamento Público
Resposta
25/07/13 06:30 em resposta a Geraldo César Rodrigues.
Também concordo com o financiamento exclusivamente público. Quando é permitido algum tipo de financiamento privado, de grandes empresas, existe corrupção. O empresário rico investe na campanha do candidato "A", do partido "X", para quando este eleger alguns "fantoches", o empresário voltar para pedir alguns favores. O financiamento público garante a livre escolha do eleitor em contribuir para a campanha do partido que tenha o projeto político que mais lhe agrade. Dessa maneira, respeita-se também a vontade dos eleitores, fortalecendo assim a democracia. Os candidatos e pessoas que defendem financiamento privado e misto, são pessoas que querem ver o poder econômico intervindo diretamente no processo democrático, pois enfraquece a decisão do eleitor, que é o que realmente importa. Então reafirmo que a melhor proposta é a de financiamento exclusivamente público, pois o eleitor contribui para o projeto político que mais se aproxima de seus desejos. Além do que, os partidos terão que fazer campanhas mais inteligentes, objetivas e baratas, devido ao menor valor arrecadado (pois não terão mais valores gigantescos), contribuindo para o surgimento de projetos melhores.

RE: Campanhas Eleitorais Exclusivas Com Financiamento Público
Resposta
25/07/13 11:56 em resposta a Geraldo César Rodrigues.
Acho que campanha política deveria ser exclusivamente financiada pelo próprio candidato. Se tivéssemos os VOTO DISTRITAL as campanhas seriam mais baratas e suportáveis por qualquer pretendente ao cargo. O dinheiro gasto nas eleições poderiam ser revertidas em benefícios da Educação, Saúde, Segurança .Por que o dinheiro público tem que financiar esta atividade.

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