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Reforma Política

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Reforma Política
Resposta
25/07/13 15:22
[Segue abaixo as propostas listadas no site governamental sobre a reforma política (http://www.reformapolitica.org.br/) onde se trata de temas de muita importância e essenciais para um país mais democrático,



Introdução
Desde 2004 várias organizações/movimentos da sociedade civil brasileira discutem o tema da Reforma do Sistema Político. Num primeiro momento, ampliamos o conceito da chamada reforma política, que muitos entendem ser somente a reforma das regras eleitorais, para reforma do sistema político que inclui uma nova forma de se pensar e fazer política, do exercício do poder e de quem exerce este poder.

Neste sentido é fundamental que uma reforma do sistema político comece com o fortalecimento da soberania popular, dos instrumentos do exercício do poder e de seu controle, assim como das normas que regulamentam os processos eleitorais e da representação.

Ao longo do tempo produzimos o consenso de encaminhar a reforma por iniciativa popular estruturada em três grandes eixos que se interligam. Os eixos são:

Fortalecimento da democracia direta
Reforma do Sistema Eleitoral
Controle social do processo eleitoral
Não estamos com isso abrindo mão da necessidade do fortalecimento da democracia participativa/deliberativa; da democratização da informação e da comunicação e da transparência e democratização do Poder Judiciário. Estes eixos completam o que chamamos de reforma do sistema político e serão encaminhados com outras estratégias.

O presente texto tem como objetivo apresentar as nossas propostas para Iniciativa Popular da Reforma do Sistema Político, que foram construídas ao longo dos anos e com as contribuições recebidas no primeiro trimestre de 2011 via texto consulta amplamente divulgado.



II - Propostas para o fortalecimento da democracia direta

O nosso sistema político é todo centrado na representação, isto é, a população é chamada para eleger seus representantes, via processos eleitorais, e após isso o/a eleito/a tem amplos poderes para decidir sobre todos os temas sem necessidade de nenhuma consulta a população. Entendemos que a representação não pode ser esta “procuração que o/a eleitor/a assina em branco” quando vota. Assim, propomos que determinados temas não possam ser decididos pelos eleitos sem a participação da população via instrumentos de democracia direta, como o plebiscitos e referendos.

Para isso precisamos de uma nova regulamentação das formas de manifestação da soberania popular expressas na Constituição Federal (plebiscito, referendo e iniciativa popular). A atual regulamentação (Lei nº 9.709/98) precisa ser revogada pois, não só restringe a participação, como a dificulta. Um exemplo desta distorção é o número de assinaturas necessárias para a iniciativa popular, hoje em torno de um milhão em meio. Para criar um partido político são necessários menos de 500 mil filiados, isto é, daria para criar três partidos políticos com o número de assinaturas da iniciativa popular e quando a iniciativa popular chega no Parlamento não se tem nenhum rito de tramitação diferente dos demais projetos de leis.

É necessário criar a equidade nas disputas políticas que se fazem via mecanismos de democracia direta (plebiscitos, referendos e iniciativa popular), por isso, é necessário o financiamento público exclusivo para os plebiscitos e referendos, assim como a garantia, quando da realização dos plebiscitos e referendos, que a sociedade esteja a frente das campanhas e não os partidos como tem sido.

No caso das iniciativas populares é necessário que sejam realmente fruto de organização popular e não do poder econômico, por isso a proibição do uso de qualquer recurso público ou de empresas.



PROPOSTAS:

Defendemos uma nova regulamentação do art. 14 da Constituição Federal com a seguinte concepção:

Convocação obrigatória de plebiscitos ou referendos para os seguintes temas nacionais:
I - a criação, a incorporação, a fusão e o desmembramento de Estados ou Municípios, bem como a criação de Territórios Federais, a sua transformação em Estado ou reintegração ao Estado de origem. No caso de municípios todo o estado deve votar e no caso dos estados todo o país;

II - acordos de livre comércio firmados com blocos econômicos e acordos com instituições multilaterais de financiamento (FMI, Banco Mundial e BID);

III - a concessão de serviços públicos essenciais, em qualquer de suas modalidades, bem como a alienação de controle e abertura de capitais de empresas estatais;

IV - a mudança de qualificação dos bens públicos de uso comum do povo e dos de uso especial;

V - a alienação, pela União Federal, de jazidas, em lavra ou não, de minerais e dos potenciais de energia hidráulica, assim como de petróleo;

VI - aumento dos salários e benefícios dos parlamentares, ministros de Estado, Presidente da República e dos ministros do Supremo Tribunal Federal;

VII - mudanças em leis de iniciativa popular;

VIII - mudanças constitucionais;

IX - limite de propriedade da terra, tanto urbana quanto rural;

X - projetos de desenvolvimento com impactos sociais e ambientais que envolvam três ou mais estados da federação.

a.1. Impossibilidade de realizar plebiscitos, referendos ou iniciativas populares que reduzam ou extingam direitos definidos nas cláusulas pétreas estabelecidas na Constituição.

a.2. No referendo, o povo aprova ou rejeita, soberanamente, no todo ou em parte, o texto de emendas constitucionais, leis ou atos normativos baixados pelo Poder Executivo.

b) Simplificação do processo da Iniciativa Popular

Permitir que a coleta de assinaturas seja feita por formulário impresso, uso de urnas eletrônicas e assinatura digital pela Internet.

Exigir dos subscritores apenas a indicação de nome completo, data de nascimento e município e estado em que vota.

A aceitação de qualquer documento expedido por órgão público oficial como comprovante para assinatura de adesão a propostas de iniciativa popular.

O número de eleitores/as necessários para a iniciativa popular ser de 0,3% dos/as eleitores/as.

A Justiça Eleitoral fica responsável pela conferência das assinaturas.

c) Ampliação de matérias que as iniciativas populares podem tratar

A população deve ter o direito e o poder, por meio de iniciativa popular, de convocar plebiscitos e referendos sobre qualquer tema, assim como o de apresentar propostas de emendas constitucionais.

d) Precedência de votação no legislativo dos projetos de iniciativa popular:

Os projetos de iniciativa popular devem ter precedência na tramitação e sempre em caráter de urgência. Uma lei de Iniciativa Popular só pode ser mudada por referendo.

e) Participação da sociedade no processo de organização das campanhas e dos debates que precedem a votação (propaganda na TV e rádio)

As campanhas dos plebiscitos e referendos devem ter participação, na sua coordenação, das organizações da sociedade civil em pé de igualdade aos partidos ou frentes parlamentares.

f) Financiamento público exclusivo para as campanhas dos referendos e plebiscitos:

Financiamento público exclusivo para as campanhas de plebiscitos e referendos. O financiamento público exclusivo pode garantir uma certa igualdade nas disputas e deve ser destinado aos debates, matérias de informações e formação e para as campanhas de rádio e TV. Todas as doações privadas devem ser proibidas e punidas.

g) Proibição de financiamento público e de empresas para iniciativas populares:

Proibição de recursos públicos, de empresas públicas e privadas no processo da iniciativa popular e quando da apresentação da proposta ao Congresso Nacional, que tenha um anexo com a prestação de contas de todo o processo de construção da iniciativa popular e de seu financiamento.



III - Reforma do Sistema Eleitoral, mecanismos de controle da representação e democratização dos partidos

Todo processo democrático pressupõe mecanismos de representação e o controle sobre esta representação. O que temos hoje no Brasil é o poder absoluto da representação sobre as demais formas democráticas de participação política. Além disso, temos uma desigualdade enorme no acesso aos recursos para as disputas eleitorais e a não representação de amplos setores da sociedade nos espaços de poder oriundos da representação.

No processo da representação é fundamental o fortalecimento dos partidos políticos. Este fortalecimento passa necessariamente pelo reconhecimento da população da importância dos partidos nos processos democráticos. Para isso os partidos precisam ser espaços de debate politico, democráticos, transparentes e representantes de segmentos da sociedade. Partido não pode ter dono e deve ter regras de convivência e respeito às diversas posições de seus filiados. Os partidos devem ser dirigidos pelo conjunto de seus filiados e não apenas pelos seus “dirigentes”, afastando os/as filiados/as das principais decisões.



Propostas:

a) Fim das votações secretas nos legislativos;

b) Fim da Imunidade parlamentar, a não ser exclusivamente no direito de opinião e denúncia;

c) Fim do 14º e 15º salários para os parlamentares;

d) Entender como quebra do decoro parlamentar atos praticados ao longo da vida do eleito(a) e que não seja de conhecimento público.

e) Inclusão nas comissões de ética dos legislativos de representantes da sociedade civil, escolhidos pela própria sociedade

f) Recesso parlamentar de um mês, como os demais trabalhadores;

g) Fim do foro privilegiado, exceto nos casos em que a apuração refere-se ao estrito exercício do mandato ou do cargo;

h) Implantação da Fidelidade Partidária programática.

Os mandatos de cargos eletivos não são propriedade particular de cada eleita/o, mas sim da cidadania. Portanto, a vontade popular, expressa pelo voto, tem de ser respeitada e não pode ser infringida. Por essa razão, defendemos a implantação da fidelidade partidária.

Reivindicamos que a troca de partido, sem motivação programática, redunde em perda automática do mandato da/o eleita/o. Para poder disputar qualquer eleição por outro partido, deve ser exigido o prazo de quatro anos de filiação no novo partido do/a candidato/a que tenha anteriormente perdido mandato por infidelidade partidária.

Vale ressaltar que a fidelidade partidária precisa ser acompanhada de outras medidas,tais como definição programática dos partidos, financiamento público exclusivo de campanha, democratização dos partidos, para que o/a eleito/a não fique refém do grupo político que detém a máquina partidária, garantia do direito às minorias e às dissidências dentro dos partidos e também garantia de saída de um partido para criação de outro.


i) Financiamento democrático do processo eleitoral

O financiamento democrático é fundamental para combater a privatização e mercantilização da política, a corrupção eleitoral, o poder dos grupos econômicos nos processos eleitorais e favorecer a participação política de segmentos socialmente excluídos, como mulheres, afro-descendentes, indígenas, LGBT e jovens, entre tantos outros, no acesso à representação política.

Defendemos o financiamento das campanhas eleitorais exclusivamente com recursos públicos. Doações de pessoas físicas e empresas são proibidas e sujeitas à punição tanto para o partido que receber quanto para quem doar. O não respeito a esta norma pode ocasionar desde o cancelamento ou suspensão temporária de registro do partido e do repasse do fundo partidário, à não diplomação ou cassação dos eleitos pelo partido infrator (de toda a lista).

No caso dos doadores, proibição de estabelecer, por 10 anos, qualquer relação financeira/comercial com a União, Estados e Municípios, suas empresas, sejam estatais ou de economia mista e autarquias. A multa correspondente a 30% do valor do maior contrato (uma pessoa jurídica pode ter vários contratos) ou 10 vezes o valor repassado ilegalmente, o que for maior, sem suspender a execução do contrato. A multa deverá ser revertida para financiamento de ações de educação para cidadania.

A distribuição do fundo partidário, dos recursos do financiamento público de campanhas, do horário partidário e de propaganda eleitoral gratuita em rádio e TV entre os partidos, levará em conta os seguintes critérios, que deverão ter igual peso: (1) número de filiados/as do partido; (2) número de diretórios municipais e estaduais, e não comissões provisórias; (3) soma dos votos recebidos pelos partidos no plano nacional, estadual/distrital e municipal e (4) grau de inclusão de segmentos sub-representados na política nas listas partidárias, ou seja, a garantia de alternância de sexo e da presença de pessoas da população negra, indígena, LGBTG, jovens, etc.

Obrigatoriedade de divulgar na internet todos os pagamentos efetuados pelos candidatos/partidos de forma detalhada, discriminando valor, data, hora, cidade, Unidade da Federação, CNPJ/CPF, nome/razão social do recebedor, finalidade, valor, nome do responsável pela autorização do gasto e pelo pagamento, recebimento do bem ou serviço.



j) Voto em listas partidárias transparentes com alternância de sexo

A adoção de listas partidárias preordenadas torna transparente para o/a eleitor/a em quem se está votando. No sistema atual, as/os eleitoras/os votam em determinadas/os candidatas/os e, na maioria das vezes, ajudam a eleger quem não querem, ou ainda, nem sabe para quem vai o voto. O atual sistema é menos transparente e favorece o personalismo e a competição interna em cada partido. A adoção da lista, na qual as/os eleitoras/os votam nos partidos e não em pessoas, é essencial para combater o personalismo, fortalecer e democratizar os partidos.

No entanto, a lista só significa avanço efetivo caso seja garantida a sua formação com alternância de sexo e observância de critérios étnico/raciais, geracionais, LGBT, etc (organizados/as nos partidos). Caso contrário, essas “minorias políticas” poderão ser incluídas ao final das listas e não conseguirão se eleger nunca, mantendo-se o mesmo perfil de eleitos que temos hoje.

Com a proposta, os/as eleitores/as não mais elegerão individualmente seus/suas candidatos/as, mas votarão em listas previamente ordenadas pelos partidos, definidas em prévias partidárias.

Fica vetada a elaboração das listas e a escolha das candidaturas majoritárias por outro mecanismo se não o das prévias partidárias. Na lista não podem existir candidaturas natas. O quorum mínimo para a validade da prévia é de 30% dos/as filiados/as, sob a fiscalização da Justiça Eleitoral.

A distribuição de cadeiras seria semelhante à que se processa hoje: cada partido continuaria recebendo o número de lugares que lhe corresponde pela proporção de votos que obteve. Assim, se um partido tem direito a oito cadeiras, entram os/as oito primeiros/as colocados/as da lista.

l) Partidos devidamente constituídos para lançar candidaturas:

Só podem lançar candidatos/as e ter acesso ao fundo partidário, os partidos devidamente constituídos, não podendo ser provisórios. Isso vale para as instâncias municipais, distrital, estaduais e federal.

m) criação de federações partidárias:

Possibilitar a criação de federações partidárias para as eleições proporcionais.

A federação permite que os partidos com maior afinidade ideológica e programática unam-se para atuar com uniformidade em todo o país. Funciona como uma forma de agremiação partidária.

A federação deve ser formada até quatro meses antes das eleições e deve durar pelo menos três anos, período em que os partidos federados deixarão de atuar, no parlamento, como partidos isolados e passarão a agir como se fossem um único partido.

A federação partidária termina com as atuais coligações onde um partido pode se coligar com outro só para o momento eleitoral e desfazer a união logo em seguida. É neste ponto que reside a força dos chamados partidos de aluguéis.

n) Proibição de disputar outro cargo eletivo durante vigência do mandato.
Defendemos que, assumido um mandato (no Executivo ou no Legislativo), os mandatários sejam proibidos de disputar novas eleições sem terminar os mandatos para o qual foram eleitos/as, a não ser que renunciem ao mandato. Por exemplo: um/a deputado/a eleito/a, para se candidatar a prefeito, terá que renunciar ao mandato de deputado. Em caso de a disputa ser para o mesmo cargo, defendemos que não é necessária a renúncia.

o) Proibição de assumir cargo no Executivo tendo mandato
Defendemos, também, que alguém que tenha sido eleito parlamentar não assuma cargos no Executivo no período do seu mandato, a não ser que renuncie.

p) Domicílio eleitoral
Limitação do domicílio eleitoral ao local onde a pessoa nasceu ou onde reside efetivamente. Hoje a facilidade de escolha da cidade em que se quer votar favorece as migrações de grande blocos de eleitores por motivos mercenários.
Publicação semanal das despesas de campanha eleitoral na web em sítio próprio da Justiça Eleitoral. As movimentações financeiras só podem ser efetuadas por meios eletrônicos
Publicação das fichas dos candidatos (majoritários e membros de listas) pela Justiça Eleitoral com as eventuais referências a pendências judiciais.
Para o registro das candidaturas, a Justiça Eleitoral deve seguir as mesmas categorias usadas pelo IBGE no censo.


Propostas de democratização dos partidos

a) As contas partidárias devem ser publicadas de forma pormenorizada na internet a cada mês.

b)As movimentações financeiras dos partidos só podem ser realizadas por meio eletrônico (cartões de débito ou crédito ou transferência bancária).

c) Os partidos só podem ser financiados por recursos do fundo partidário e contribuições de seus/as filiados/as. As convenções partidárias definem o patamar máximo de contribuição dos/as filiados/as, sendo esta decisão tornada pública.Previsão de cancelamento, temporário ou definitivo, do partido que desrespeitar a norma. Neste período fica sem acesso ao fundo partidário.

d) Intervenção: só pode ocorrer em caso de prática de ações ilícitas, má gestão ou realização de alianças fora da política definida pelo partido.

e) Aumento do prazo de filiação para a candidatura (2 anos para a primeira filiação, mantida a possibilidade de candidatura dos já filiados). Os integrantes do Poder Judiciário, também, sejam sujeitos a essas normas.

f) Infrações administrativas que impedem a participação em órgãos de direção partidária por oito anos:

1) desvio dos recursos partidários para fins diversos dos previstos em lei;

2) utilização de valores pertencentes ao partido para o financiamento de campanhas;

3) captação ilícita de sufrágio na realização de qualquer votação do partido;

4) fraude ou coação nos processos eleitorais internos, sendo irrelevante o alcance do resultado pretendido.

g) Destinação do tempo de propaganda partidária para ações afirmativas, pelo menos 30% do tempo de propaganda partidária gratuita na mídia seja para a promoção da participação política das mulheres, afro-descendentes, indígenas, pessoas LGBT, jovens e pessoas com deficiência. Esta ação procura promover uma nova cultura política e combater todas as formas de discriminações e preconceitos na política.

h) Destinação de pelo menos 30% dos recursos do fundo partidário para a formação política e ações afirmativas das instâncias de mulheres afrodescedentes, indígenas, pessoas LGBT, jovens e pessoas com deficiência (organizados/as nos partidos) para promoverem ações voltadas ao fortalecimento e ampliação da participação desses sujeitos na política.

i) Concessão de legitimidade ao Ministério Público, organizações da sociedade civil e demais partidos para questionar no Judiciário ilegalidades praticadas pelos partidos políticos.



V – Controle social do processo eleitoral

a) Capacidade postulatória: A capacidade postulatória deve ser estendida ao eleitor(a) que como cidadão(ã) pode ter interesse na apuração de fatos ou ação que possa ter omissão dos partidos e candidatos por conveniências políticas ou omissão do Ministério Público.

b) Criação de Conselhos da Justiça Eleitoral, encarregados de promover ações de educação para a cidadania, atuar como ouvidoria, dar cumprimento ao art. 26-B, parágrafo segundo, da Lei da Ficha Limpa, que determina a formação de uma rede institucional para assegurar a apuração dos delitos eleitorais. Composto por representantes da Justiça Eleitoral, Ministério Público, instituições da área de controle oficial e sociedade civil.

c) Criar, com participação da sociedade civil, o Conselho Nacional de Regulamentação e fiscalização do Processo Eleitoral.

d) Criar a ação civil pública eleitoral para a apuração de lesões aos direitos difusos dos cidadãos, tais como propaganda feita de forma preconceituosa em relação adeterminados grupos sociais, excessivamente ruidosa ou poluidora, autorizando-se a celebração de termos de ajustamento de conduta.

e) Os nomes dos pretendentes a membros dos tribunais eleitorais devem ser divulgados na internet com o currículo completo e procedimento de consulta pública.

f) São impedidos de participar dos tribunais eleitorais, os que ocuparam cargo nos órgãos de representação partidária, foram candidatos ou exerceram cargos de confiança nos últimos oito anos, bem como os que incidem em qualquer dos critérios da Lei da Ficha Limpa ou são parentes de mandatários.

g) Depois de deixar o tribunal, seu ex-integrante só poderá advogar perante a mesma corte após uma quarentena de quatro anos.

h) Conferir à Justiça Eleitoral o acesso às informações fiscais e à movimentação financeira do/a candidato/a, mediante repasse de Declaração de Imposto de Renda da pessoa física (DIRPF) e da Declaração de Movimentação Financeira (DIMOF), nos últimos cinco anos calendário antes da posse, bem como, se eleito, durante o período em que durar o mandato, assim como os cinco exercícios posteriores ao mandato.





VI- Apoio a projetos que tramitam no Congresso

Quem assinar a Iniciativa Popular também está assinando o apoio a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que permite a revogação dos mandatos (recall) pela população e a proposta de Lei de Responsabilidade Fiscal e Social.

Hoje só é possível cassar mandatos e quem pode fazer isso é o próprio Congresso ou a Justiça. Quem elege não tem este poder. A PEC que está em tramitação no Congresso, com apoio da Ordem dos Advogados do Brasil (OAemoticon e da Conferência Nacional dos Bispos (CNBemoticon, possibilita que o/a próprio/a eleitor/a possa revogar o mandato, portanto dizendo, “este nosso representante não nos representa mais. Este poder o/a eleitor/a tem que ter num país democrático.

O Fórum Brasil do Orçamento (FBO) apresentou ao Parlamento uma proposta de Lei que modifica a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) A LRF estabelece metas fiscais que os governos devem cumprir. A proposta do FBO inclui, em pé de igualdade, metas sociais que todos os governos devem cumprir. Cria também todo um sistema de monitoramento das metas sociais com a participação da sociedade. O numero do projeto é PLP 264-2007

RE: Reforma Política
Resposta
25/07/13 15:57 em resposta a Leandro Prudente.
Olá,

Faltou inserir no seu texto alguns temas de enorme importância para a sociedade brasileira que são questões urgentes de moralidade política para nós simples mortais, quais sejam:

I - Fim de qualquer das verbas extras para os parlamentares de todo Brasil, limitando-os a receber apenas os salários
II - Fim do foro Privilegiado para todos os que possuem cargo eletivo
III - limitação de duas legislaturas para o cargo de deputado e apenas uma para o senado federal
IV - Fim da aposentadoria vitalícia dos parlamentares sendo eles obrigados a recolher a previdência social apenas pelo tempo que trabalharam como todo brasileiro comum e trabalhador
V - Fim definitivo de qualquer cargo comissionado. Toda vaga deve ser preenchida por concurso ou seleção pública.
VI - Proibição de contratação de parentes por parlamentares e punição para a contratação cruzada (quando um parlamentar contrata o parente de outro e vice versa)
VII - Proibição de contratação de qualquer empresa de marketing para fazer propagando ao governo sendo estas feitas por empresa específica criada por lei e com servidores contratados mediante concurso público
VIII - Aumento de pena considerável para crimes de corrupção, prevaricação e tráfico de influência na esfera administrativa, judiciária e legislativa.
IX - Criação de mecanismos de participação popular para o real estabelecimento de uma democracia DELIBERATIVA e não representativa pois como o próprio texto diz, parece que assinamos um cheque em branco para nossos representantes que acabam por usa-los de forma totalmente avessa aos anseios da sociedade.
Essas são algumas contribuições de um brasileiro revoltado que esteve nas ruas pedindo mudanças de verdade e não plebiscito para decidir se vamos gastar mais dinheiro público para eleger políticos, ou se devemos criar listas de candidatos....queremos os fim das imoralidades...essas principalmente por que políticos não são melhores do que o povo que os elegem e, portanto, não merecem privilégio algum por isso.

Se lembrar de mais volto!!!

RE: Reforma Política
Resposta
25/07/13 17:05 em resposta a Felipe Ribeiro Silva.
Bem lembrado amigo, concordo com os temas abordados!

RE: Reforma Política
Resposta
27/07/13 20:45 em resposta a Leandro Prudente.
1. fim do voto secreto no legislativo;
2. extinguir o voto de lideranças;
3. abolir a sistemática de votação do tipo “quem estiver a favor permaneça como está”;
4. financiamento de campanha exclusivamente público;
5. divulgação na internet despesas de campanha: data, hora, cidade, uf, CNPJ/CPF, nome recebedor, finalidade, valor etc;
6. regulamentar PLEBISCITOS e REFERENDOS (Projetos de Lei nº 4.718/2004 e 6.928/2002);
7. regulamentar CONSULTA POPULAR para revogar mandatos (PLS nº 269/2005 e 82/2003);
8. implementar a revogação e o veto popular (PEC 80/2003);
9. voto distrital misto;
10. princípios mínimos obrigatórios em estatutos e regimentos internos dos partidos: democracia interna, transparência;
11. prazo mínimo de 5 (cinco) anos de filiação para concorrer a cargos internos e eletivos, critérios para indicação para concorrer a cargos eletivos etc;
12. lista fechada ou mista, composta por voto direto dos filiados do partido;
13. proibir coligações partidárias para cargos proporcionais;
14. reduzir o período de propaganda eleitoral para, no máximo, 30 dias corridos;
15. permitir propaganda em rádio e TV somente ao vivo, sem produção de agências de publicidade;
16. regulamentar o formato dos debates entre candidatos ao Executivo;
17. definir prazo máximo para tramitação de propostas no legislativo (9 meses);
18. reduzir a quantidade mínima de assinaturas para apresentação de projeto de iniciativa popular;
19. voto facultativo;
20. abolir as emendas parlamentares ao Orçamento Geral da União;
21. extinguir o foro privilegiado e a imunidade processual para crime comum;
22. abolir as medidas provisórias ou instituir mecanismo que obrigue votação imediata, em até 30 (trinta) dias, no máximo;
23. concurso para ministros dos tribunais, revogar a indicação pelo Executivo;
24. eliminar a concessão de subsídios a vereadores nos municípios com menos de 100.000 habitantes;
25. extinguir o instituto da reeleição, inclusive para o legislativo;
26. estabelecer mandatos de 5 (cinco) anos e realizar eleições anuais;
27. no 1º ano, eleições para vereadores e deputados estaduais/distritais;
28. no 2º ano, para prefeitos municipais;
29. no 3º ano, deputados federais e senadores;
30. no 4º ano: governadores;
31. no 5º ano: presidente da república;
32. extinguir o Senado e transformar o parlamento em unicameral;
33. reduzir o mandado de senador de 8 para 5 anos;
34. quebra automática de sigilo (fiscal, bancário e telefônico) a partir do registro de candidatura a qualquer cargo eletivo (PEC 42/2007);
35. quebra automática de sigilo (fiscal, bancário e telefônico) a partir da posse em cargo público eletivo ou de livre provimento;
36. detentores de cargos públicos indiciados, investigados, denunciados sejam afastados, automática e temporariamente (6 meses);
37. retenção de passaporte, bloqueio de bens, quebra de sigilo (fiscal, bancário e telefônico) de autoridades denunciadas;
38. proibir qualquer propaganda paga por órgãos públicos;
39. garantir informes de utilidade pública na TV de forma gratuita, obrigatória e prioritária;
40. proibir o uso de cavaletes, bandeiras e carro de som na propaganda eleitoral;
41. proibir a divulgação de pesquisas eleitorais;
42. instituir mecanismos rigorosos e eficazes sobre fidelidade partidária;
43. divulgação, na internet, de declarações de renda e patrimônio dos ocupantes de cargos públicos eletivos e de livre provimento;
44. posse em cargo eletivo condicionada a desfecho de eventuais processos a que responda o candidato;
45. organizar a pauta do legislativo de acordo com a ordem de entrada: “primeiro a entrar primeiro a sair”;
46. parlamentares só nomear, no máximo, 5 (cinco) assessores em cargos de livre provimento;
47. conceder a parlamentares federais, no máximo, 2 (duas) passagens (ida/volta) à capital de origem, por mês;
48. parlamentar que deixar de comparecer a mais de 1/10 (um décimo) das sessões legislativas de cada ano perderá o mandato.

RE: Reforma Política
Resposta
02/08/13 06:04 em resposta a Leandro Prudente.
Esta é a reforma politica que eu defendo
1. VOTO FACULTATIVO - o voto é um direito não obrigacao.
2.VOTO DISTRITAL, simples em 2 turnos -Pra acabar com a falta de representatividade do congress
3.FINANCIAMENTO PUBLICO DE CAMPANHA- Com teto maximo para pessoa fisica. Pra acabar com favorecimentos empresariais e lobby.diminuicao de caixa 2.
4. DIVISAO DE HORARIO POLITICO E FUNDO PARTIDARIO PROPORCIONAL AO NUMERO DE FILIADOS: Para que os partidos sejam mais horizontais e acabe com as oligarquias partidarias.
5. CONGRESSO PASSA A TER 270 DEPUTADOS - Sem maximo ou minimo por estado , distritos dividos proporcionalmente ao numero de habitantes, inclusive de estados diferentes .pois a camara representa o Brasil e Não os estados , isto é funcao do SENADO.
6. SENADO PASSA A TER 2 SENADORES POR UNIDADE FEDERATIVA :dois é um numero suficiente e da a igualdade para todas as unidades.
7. FIM DE REELEIÇÃO para cargos executivos , e maximo de uma reeleicao para legislativo, com duracao de 4 anos cada mandato , inclusive senador
8.SEPARACAO DE ELEICOES :Uma eleicao para municipios e Estados (Governadores, prefeitos,dep estadual e vereadores ) e outra Nacional ( Presidente,Senadores e dep Federal e plebiscitos/referendos)
9. FIM DE VOTO SECRETO nas casas legislativas
10. FIM DE PRIVILEGIO parlamentares, (aposentadoria especial, plano de saude especial, 14 e 15 salário, salário indexado ao salario minimo
11. FIM DE SUPLENTE , quem assume é o Segundo mais votado , em caso de cassacao ou renuncia.
14. SEPARAÇÃO DE PODERES : Se tem um cargo legislativo , para assumir um cargo executivo tem que renunciar o cargo no legislativo.
13. CANDIDATURAS INDEPENDENTES
14. IMPRESSAO DE VOTO NA URNA ELETRONICA , para conferencia e depositar em urna convencional, como garantia e recontagem de votos
15. VOTO DE PROTESTO - Voto Branco passa a ser considerado valido.


O resto é consequencia destas mudanças .

RE: Reforma Política
Resposta
02/08/13 11:45 em resposta a Diego Rodrigues.
Diego Rodrigues:
Esta é a reforma politica que eu defendo
1. VOTO FACULTATIVO - o voto é um direito não obrigacao.
2.VOTO DISTRITAL, simples em 2 turnos -Pra acabar com a falta de representatividade do congress
3.FINANCIAMENTO PUBLICO DE CAMPANHA- Com teto maximo para pessoa fisica. Pra acabar com favorecimentos empresariais e lobby.diminuicao de caixa 2.
4. DIVISAO DE HORARIO POLITICO E FUNDO PARTIDARIO PROPORCIONAL AO NUMERO DE FILIADOS: Para que os partidos sejam mais horizontais e acabe com as oligarquias partidarias.
5. CONGRESSO PASSA A TER 270 DEPUTADOS - Sem maximo ou minimo por estado , distritos dividos proporcionalmente ao numero de habitantes, inclusive de estados diferentes .pois a camara representa o Brasil e Não os estados , isto é funcao do SENADO.
6. SENADO PASSA A TER 2 SENADORES POR UNIDADE FEDERATIVA :dois é um numero suficiente e da a igualdade para todas as unidades.
7. FIM DE REELEIÇÃO para cargos executivos , e maximo de uma reeleicao para legislativo, com duracao de 4 anos cada mandato , inclusive senador
8.SEPARACAO DE ELEICOES :Uma eleicao para municipios e Estados (Governadores, prefeitos,dep estadual e vereadores ) e outra Nacional ( Presidente,Senadores e dep Federal e plebiscitos/referendos)
9. FIM DE VOTO SECRETO nas casas legislativas
10. FIM DE PRIVILEGIO parlamentares, (aposentadoria especial, plano de saude especial, 14 e 15 salário, salário indexado ao salario minimo
11. FIM DE SUPLENTE , quem assume é o Segundo mais votado , em caso de cassacao ou renuncia.
14. SEPARAÇÃO DE PODERES : Se tem um cargo legislativo , para assumir um cargo executivo tem que renunciar o cargo no legislativo.
13. CANDIDATURAS INDEPENDENTES
14. IMPRESSAO DE VOTO NA URNA ELETRONICA , para conferencia e depositar em urna convencional, como garantia e recontagem de votos
15. VOTO DE PROTESTO - Voto Branco passa a ser considerado valido.


O resto é consequencia destas mudanças .



Voto de protesto para que? Não gosta dos candidatos, se candidate nas próximas eleições... não vejo utilidade do voto de protesto, pois serviria para que? Fazer nova eleição com os mesmos? Ou, com piores, como os laranjas dos candidatos anteriores?

Das outras propostas mudaria pouca coisa... separaria mais as eleições... e separaria mais os poderes... um representante eleito que renunciar ao cargo, independente de motivo, deveria ficar 8-12 anos sem poder concorrer a nada... foi candidato aquilo... cumpra...

RE: Reforma Política
Resposta
02/08/13 15:36 em resposta a Rafael Marzall Zanotto.
O voto em branco valido faz com que o sujeito tenha que ter mais votos para ir para um Segundo turno , é o voto de protesto que realmente vale alguma coisa . nao este voto no tiririca ou como pensam, que se tiver um numero x de voto nulo , tem que mudar toda a eleicao.

o voto branco tem que ser valido sim .é meu voto eu tenho o direito de ir la e dizer eu nao gosto de nenhum que esta ai , e meu voto é valido sim.

RE: Reforma Política
Resposta
02/08/13 16:31 em resposta a Diego Rodrigues.
se o voto em branco for válido... o que acontece se tivermos as seguintes situações:

Situação A:
1º Candidato 1 - 35%
2º Candidato 2- 30%
3º Branco - 15 %
4º Candidato 3 - 10%
5º Candidato 4 - 7%
6º Candidato 5 - 3%

Situação B:
1º Candidato 1 - 35%
2º Branco - 30 %
3º Candidato 2- 30%
4º Candidato 3 - 10%
5º Candidato 4 - 7%
6º Candidato 5 - 3%

Situação C:
1º Branco - 35 %
2º Candidato 1 - 30%
3º Candidato 2- 15%
4º Candidato 3 - 10%
5º Candidato 4 - 7%
6º Candidato 5 - 3%

RE: Reforma Política
Resposta
02/08/13 16:33 em resposta a Rafael Marzall Zanotto.
Rafael Zanotto:
se o voto em branco for válido... o que acontece se tivermos as seguintes situações:

Situação A:
1º Candidato 1 - 35%
2º Candidato 2- 30%
3º Branco - 15 %
4º Candidato 3 - 10%
5º Candidato 4 - 7%
6º Candidato 5 - 3%

Situação B:
1º Candidato 1 - 35%
2º Branco - 30 %
3º Candidato 2- 30%
4º Candidato 3 - 10%
5º Candidato 4 - 7%
6º Candidato 5 - 3%

Situação C:
1º Branco - 35 %
2º Candidato 1 - 30%
3º Candidato 2- 15%
4º Candidato 3 - 10%
5º Candidato 4 - 7%
6º Candidato 5 - 3%



Para mim:

Situação A:
Segundo turno com Candidato 1 e Candidato 2

Situação B:
Segundo turno com Candidato 1 e Candidato 2

Situação C:
Segundo turno com Candidato 1 e Candidato 2

Ou seja, o voto branco válido não teria validade.

RE: Reforma Política
Resposta
02/08/13 16:41 em resposta a Rafael Marzall Zanotto.
Mas tira o voto branco valido , o candidato 1 ganharia em primeiro turno. Nao tendo o debate rico que so existe em segundo turno. Torna a disputa mais competitiva. So isso

Como esta hoje vc joga no lixo a opinião de quem foi lá votar e nao gosta de nenhum . Que democracia é esta ?

RE: Reforma Política
Resposta
02/08/13 16:54 em resposta a Diego Rodrigues.
por isto precisamos do voto distrital... assim podemos ter candidatura avulsa com possibilidade de êxito... assim se tu não gosta de ninguém... tu se candidata...

RE: Reforma Política
Resposta
02/08/13 17:08 em resposta a Rafael Marzall Zanotto.
O que me incomoda é minha opinião ser jogada no lixo , nao servir de nada , alias so favorece quem esta ganhando, eu nao gostar de nenhum ainda é minha opinião e deve ser valida.
Com voto facultativo ou candidatura avulsa , quero ter meus direitos de dizer oq eu penso ouvidos e validos.

RE: Reforma Política
Resposta
02/08/13 17:16 em resposta a Diego Rodrigues.
sim... mas qual a utilidade do voto em branco válido... isto que não consigo ver... acho que só vai ser um número... um voto útil inútil...

RE: Reforma Política
Resposta
02/08/13 17:17 em resposta a Diego Rodrigues.
então faz o voto branco e o voto não gosto de nenhum... assim não mistura... mas continua sendo inútil no sistema...

RE: Reforma Política
Resposta
02/08/13 17:18 em resposta a Rafael Marzall Zanotto.
Ele forca um segundo turno.em sistemas majoritários

RE: Reforma Política
Resposta
02/08/13 17:22 em resposta a Diego Rodrigues.
acho que o resultado no segundo turno seria igual ao primeiro... o que podemos fazer para forçar o segundo turno é a necessidade de 3/5 (60%) dos votos válidos para ser eleito no primeiro turno... ficaria mais simples... e não mistura quem não quer votar... com o quem não gosta de nenhum para votar... e mesmo com baixo nível de votos brancos nós teríamos mais chance de segundo turno...

RE: Reforma Política
Resposta
02/08/13 18:23 em resposta a Rafael Marzall Zanotto.
Aí sim , poderíamos aposentar o botão BRANCO na urna.
Mas aí vc muda o conceito de maioria , 50% mais 1, muda todo o sistema majoritário.
Então ainda acho o voto branco tem que ser valido, a questão de principio , pode nao mudar muita coisa , é questão de principio da minha escolha.

RE: Reforma Política
Resposta
02/08/13 17:28 em resposta a Diego Rodrigues.
aposentar não... teríamos que ter ainda... pois mesmo com o voto facultativo... tu tem o direto de votar para vereador e se abster para prefeito...

claro que na minha opinião deveríamos ter eleições separadas de cargo em cargo... e utilizar as eleições para plebiscitos e referendos necessários...

RE: Reforma Política
Resposta
07/08/13 14:23 em resposta a Leandro Prudente.
Revisão dos salários dos deputados - Se essa discussão aqui realmente será levada a sério pelos parlamentares, desafio-os a dar uma resposta sobre o fato de os políticos brasileiros serem os "MAIS CAROS DO MUNDO". O valor recebido por eles, tanto em salário quando em verbas de gabinete tem de ser revistos, e adequados a realidade de nosso país. Se algum deputado responder a este questionamento, aí sim passo a acreditar que essa discussão vai chegar a algum lugar.

RE: Reforma Política
Resposta
07/08/13 17:56 em resposta a Leandro Prudente.
Esse ainda é de longe a melhor projeto de reforma política para radicalizar a democracia.

Tenho minhas dúvidas se a eleição parlamentar proporcional em dois turnos, proposta pela OAB, é melhor que a eleição com voto em listas partidárias eleitas em prévias partidárias internas.

Mas em todos os demais aspectos a Plataforma dos Movimentos Sociais pela Reforma Política é o projeto mais abrangente e poderoso.