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Financiamento Público de Vampanha e lista preordenada - voto distrital

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O povo brasileiro, não entendem de política. Só sabem que são obrigados a votar. No exercício do voto não conseguem distinguir, com clareza os melhores candidatos, entre os milhares, escolhe o que for mais simpático ou aquele que alguém indicou. Dificilmente vota no partido, no programa, nas ideias, no projeto político, nos compromissos que tem aquele partido com a sociedade. Os candidatos que possuem mais recursos, cujo marketing é mais eficiente acabam vencendo as eleições, recebem mais votos que seu oponente melhor qualificado e mais comprometido com os projetos sociais. Geralmente,, essa regra funciona nas eleições majoritárias e principalmente nas eleições proporcionais. O resultado dessa pratica política se expressa na caducidade do cenário político brasileiro em que é imposto o exercício da barganha para governar.
Esse intróito, simplifica, a grosso modo, o sistema político-eleitoral vigente no país. Uma cópia do sistema Francês e americano, que não deu certo.
O sistema privado de campanha tem sido, de certa forma, o responsável direto pela iniquidade e pela situação vergonhosa em que vive o país, onde prevalece as grandes negociatas e a corrupção corre solta. É o sistema, toma-la, dá-ca.
Embora não acredite que este Congresso faça alguma reforma no sistema político vigente, dada a falta de vontade. e os interesses individuais dos parlamentares já se tornaram rotina, arrisco dar meu palpite, embora só reconheça na Constituinte Exclusiva o fórum adequado para promover a Reforma Política. Eis minhas sugestões:
a) Financiamento Público de campanha em bases adequadas;
b) Estabelecimento das listas preordenadas, com alternância dos gêneros;
c) Reforma Partidária, estabelecendo a obrigatoriedade da eleição direta das direções partidárias, com quórum qualificado em todas as instâncias;
d) Não dar provimento ao voto distrital, pois não interessa ao eleitor e só favorece ao candidato que formou seu "curral" eleitoral, muitas vezes a base do dinheiro;
e) Desconhecer a "Candidatura Avulsa", tendo em vista que se tem como objetivo o fortalecimento dos partidos; (As candidaturas avulsas se tornarão meros espectadores n Congresso; sem representatividade e inexpressivos: figuras decorativas).
Noutra oportunidade darei outras sugestões, por ser vasta e complexa essa questão.

SOMENTE UMA CONSTITUINTE EXCLUSIVA PODERÁ REALIZAR A REFORMA POLÍTICA COM MAIS PROPRIEDADE.
O RESTO É BALELA É ENGANAÇÃO!!!

RE: Financiamento Público de Vampanha e lista preordenada - voto distrital
Resposta
14/08/13 22:18 em resposta a Valdir Pereira.
Lista pre ordenada não , isso é regredir na questao de representatividade .

RE: Financiamento Público de Campanha e lista preordenada - voto distrital
Resposta
15/08/13 19:02 em resposta a Diego Rodrigues.
Diego Rodrigues,

Você é contra a lista preordenada alegando que sua admissão significaria um retrocesso na questão da representatividade. Baseado no que faz essa afirmação?
Se conheces o modelo eleitoral brasileiro, se analisado mais profundamente, chegará a conclusão que o sistema de listas praticamente já vigora. Por que digo isso: 1º - Os partidos, após suas Convenções Eleitorais, apresentam sua lista de candidatos junto a Junta Eleitoral, para o registro da candidatura e do número que escolheu na Convenção de seu Partido. Portanto já existe uma lista. A diferença, teoricamente, é de que o candidato, nestas condições, está livre para receber o voto do eleitor, podendo se eleger se tiver voto suficiente ao atingir o coeficiente eleitoral de seu partido. Se não atingir o coeficiente do partido não se elege, não importando o número de votos que tenha recebido.
O que acontece atualmente? Para eleger seus candidatos, e ter representação no Parlamento, os partidos concentram recursos e financiamentos em determinados candidatos preferenciais, no sentido de elegê-los e puxar votos para legenda. Para se saber o número de parlamentares eleitos, divide-se o total de votos do partido pelo coeficiente para se saber o número de eleitos. Se não sabe, é assim que funciona o atual sistema. Sem falar na compra de legendas e os gastos exagerados para a eleição de alguns candidatos.
Como funcionará o sistema de listas fechadas?
Praticamente, será o mesmo sistema que está em vigor. A diferença reside em que as listas serão definidas pela convenção que estabelecerá a ordem na lista dos nomes dos candidatos. Preferencialmente os candidatos que obtiveram melhor votação em eleições passadas, candidatos conhecidos e de prestigio, candidatos que tenham trabalho junto a população, candidatos que representem segmentos sociais e apoiados pela população, etc. O voto será no partido, mas principalmente nos nomes que compõem a lista. Os candidatos terão que fazer campanha na busca do voto, se não não serão eleitos, essa é a verdade.
O voto não será só no partido, mas nos candidatos que serão nossos representantes.
Qualquer outra conversa é conversa fiada, que só pretende enganar o povo!

SE A MAIORIA DOS PARLAMENTARES SÃO CONTRA A LISTA FECHADA, ALGUMA COISA TÁ ERRADA, NÃO ACHA???

RE: Financiamento Público de Campanha e lista preordenada - voto distrital
Resposta
15/08/13 19:59 em resposta a Valdir Pereira.
Que o sistema atual (de lista aberta proporcional) precisa mudar é certeza (manifestantes, IBGE, DataFolha e qualquer um na rua sabe disso). O problema é que os dirigentes de partido querem mudar para lista fechada (projeto Eleições Limpas). Com o sistema de listas partidárias óbvio que a partidocracia vai continuar, o congresso vai continuar de costas para o Brasil (busque a palavra partidocracia no google, twitter, youtube). Precisamos mudar de verdade (www.euvotodistrital.org.br) e voto distrital é saída (veja os debates nesse sentido aqui).

RE: Financiamento Público de Campanha e lista preordenada - voto distrital
Resposta
15/08/13 19:54 em resposta a Valdir Pereira.
Valdir Pereira:
Diego Rodrigues,

Você é contra a lista preordenada alegando que sua admissão significaria um retrocesso na questão da representatividade. Baseado no que faz essa afirmação?
Se conheces o modelo eleitoral brasileiro, se analisado mais profundamente, chegará a conclusão que o sistema de listas praticamente já vigora. Por que digo isso: 1º - Os partidos, após suas Convenções Eleitorais, apresentam sua lista de candidatos junto a Junta Eleitoral, para o registro da candidatura e do número que escolheu na Convenção de seu Partido. Portanto já existe uma lista. A diferença, teoricamente, é de que o candidato, nestas condições, está livre para receber o voto do eleitor, podendo se eleger se tiver voto suficiente ao atingir o coeficiente eleitoral de seu partido. Se não atingir o coeficiente do partido não se elege, não importando o número de votos que tenha recebido.
O que acontece atualmente? Para eleger seus candidatos, e ter representação no Parlamento, os partidos concentram recursos e financiamentos em determinados candidatos preferenciais, no sentido de elegê-los e puxar votos para legenda. Para se saber o número de parlamentares eleitos, divide-se o total de votos do partido pelo coeficiente para se saber o número de eleitos. Se não sabe, é assim que funciona o atual sistema. Sem falar na compra de legendas e os gastos exagerados para a eleição de alguns candidatos.
Como funcionará o sistema de listas fechadas?
Praticamente, será o mesmo sistema que está em vigor. A diferença reside em que as listas serão definidas pela convenção que estabelecerá a ordem na lista dos nomes dos candidatos. Preferencialmente os candidatos que obtiveram melhor votação em eleições passadas, candidatos conhecidos e de prestigio, candidatos que tenham trabalho junto a população, candidatos que representem segmentos sociais e apoiados pela população, etc. O voto será no partido, mas principalmente nos nomes que compõem a lista. Os candidatos terão que fazer campanha na busca do voto, se não não serão eleitos, essa é a verdade.
O voto não será só no partido, mas nos candidatos que serão nossos representantes.
Qualquer outra conversa é conversa fiada, que só pretende enganar o povo!

SE A MAIORIA DOS PARLAMENTARES SÃO CONTRA A LISTA FECHADA, ALGUMA COISA TÁ ERRADA, NÃO ACHA???



Voce mesmo disse que Não mudaria nada, pois quem voce acha que estaria nos primeiros lugares na lista ? é o cidadao junto a sociedade ? aquele que vive numa determinada regiao ? por exemplo no estado de sao paulo dos 70 dep. cerca de 60 % sao da capital , eles nao sabem e nao convivem com os problemas de quem eles supostamente representam .
Com o voto em lista apenas os grandes do partido em cada estado seriam eleitos, por mais que tenha abertura no partido mas nao é uma abertura completa , pois o sujeito comum como aquele lider comunitario , nunca teria chance no partido.

E sua informacao esta errada , boa parte dos deputados defendem a lista partidaria , ninguem defende o voto distrital , Por que será ?

RE: Financiamento Público de Campanha e lista preordenada - voto distrital
Resposta
16/08/13 22:53 em resposta a Diego Rodrigues.
Diego Rodrigues:
Valdir Pereira:
Diego Rodrigues,

Você é contra a lista preordenada alegando que sua admissão significaria um retrocesso na questão da representatividade. Baseado no que faz essa afirmação?
Se conheces o modelo eleitoral brasileiro, se analisado mais profundamente, chegará a conclusão que o sistema de listas praticamente já vigora. Por que digo isso: 1º - Os partidos, após suas Convenções Eleitorais, apresentam sua lista de candidatos junto a Junta Eleitoral, para o registro da candidatura e do número que escolheu na Convenção de seu Partido. Portanto já existe uma lista. A diferença, teoricamente, é de que o candidato, nestas condições, está livre para receber o voto do eleitor, podendo se eleger se tiver voto suficiente ao atingir o coeficiente eleitoral de seu partido. Se não atingir o coeficiente do partido não se elege, não importando o número de votos que tenha recebido.
O que acontece atualmente? Para eleger seus candidatos, e ter representação no Parlamento, os partidos concentram recursos e financiamentos em determinados candidatos preferenciais, no sentido de elegê-los e puxar votos para legenda. Para se saber o número de parlamentares eleitos, divide-se o total de votos do partido pelo coeficiente para se saber o número de eleitos. Se não sabe, é assim que funciona o atual sistema. Sem falar na compra de legendas e os gastos exagerados para a eleição de alguns candidatos.
Como funcionará o sistema de listas fechadas?
Praticamente, será o mesmo sistema que está em vigor. A diferença reside em que as listas serão definidas pela convenção que estabelecerá a ordem na lista dos nomes dos candidatos. Preferencialmente os candidatos que obtiveram melhor votação em eleições passadas, candidatos conhecidos e de prestigio, candidatos que tenham trabalho junto a população, candidatos que representem segmentos sociais e apoiados pela população, etc. O voto será no partido, mas principalmente nos nomes que compõem a lista. Os candidatos terão que fazer campanha na busca do voto, se não não serão eleitos, essa é a verdade.
O voto não será só no partido, mas nos candidatos que serão nossos representantes.
Qualquer outra conversa é conversa fiada, que só pretende enganar o povo!

SE A MAIORIA DOS PARLAMENTARES SÃO CONTRA A LISTA FECHADA, ALGUMA COISA TÁ ERRADA, NÃO ACHA???



Voce mesmo disse que Não mudaria nada, pois quem voce acha que estaria nos primeiros lugares na lista ? é o cidadao junto a sociedade ? aquele que vive numa determinada regiao ? por exemplo no estado de sao paulo dos 70 dep. cerca de 60 % sao da capital , eles nao sabem e nao convivem com os problemas de quem eles supostamente representam .
Com o voto em lista apenas os grandes do partido em cada estado seriam eleitos, por mais que tenha abertura no partido mas nao é uma abertura completa , pois o sujeito comum como aquele lider comunitario , nunca teria chance no partido.

E sua informacao esta errada , boa parte dos deputados defendem a lista partidaria , ninguem defende o voto distrital , Por que será ?



Você está equivocado, deve ser sangue novo na política? Despertou com essa onda de manifestações de protestos contra tudo e contra todos, com uma pauta extremamente difusa.
Reforma Política, de repente surgiu como lenitivo para todos os males. As ideias mirabolantes começam aparecer. Modelos antigos surgem como novidades: é voto distrital, o recall, extinção dos partidos, candidaturas avulsas, etc. Cada um com suas propostas salvadoras, num festival surrealista de sonhos e quimeras em contradição com a realidade objetiva tangível, concreta. A utopia é válida. É ela, que muitas vezes, nos impulsiona para conquistas impossíveis. A história nos oferece exemplos de mudanças aparentemente inalcançáveis. Deixemos pra lá as conjecturas do imponderável e vamos a coisa substantiva.
VOTO DISTRITAL: Um modelo adotado praticamente em toda Europa. Você diz, Também nos EUA. Eu não tenho certeza, devido a complexidade do sistema eleitoral americano.
No meu entendimento, esse sistema é quase como voltarmos ao Feudalismo, onde o dono do feudo é quem comanda. Exagerei um pouco, mas se analisarmos friamente, embora estejamos numa democracia, podemos afirmar que o mandachuva do pedaço , o que detém o controle econômico e político sempre será o candidato preferencial e eleito para nos representar em determinado distrito. Não vejo nada de democrático nisso. Pra seu governo, eu que acompanho as sessões diárias da Câmara, posso afirmar que a maioria dos partidos fisiológicos, e seus deputados, defendem o Voto Distrital. ( Se não houver Reforma Política, que é muito provável, esse sistema será adotado na chamada minirreforma). Por essa e por outras razões sou contra o VOTO DISTRITAL.
RECALL: Em teoria isso é muito bonito: imaginou desalojar o parlamentar de seu mandato por não cumprir promessas de campanha? Eu pergunto: que vai fiscalizar as atividades do parlamentar, se ele esta cumprindo ou não seus compromissos? Como avaliar, se hoje os deputados na sua maioria sequer tem acesso a tribuna? Se tem projetos, nunca são apreciados, se não fizer parte da "sinecura"? RECALL, ´e só um sonho.
CANDIDATURA AVULSA: Pra que partidos, se eles nada representam? Quem não tem Partido por que não podem ser eleitos? Ao meu ver, pode-se adotar o Recall, mas numa nova conjuntura; onde haja regras claras e constitucionais que prevejam este tipo de procedimento, dando amplo direito de defesa.
Todos estes pontos elencados, que é motivo de discussão, só se darão através de uma Constituinte Exclusiva, onde se estabelecerá as regras e todos os mecanismos para efetivação destas propostas. E mais, o Financiamento Publico; as Listas Preordenadas e os demais itens em discussão neste Fórum, só transformarão em realidade com A CONSTITUINTE EXCLUSIVA. O RESTO É ENGANAÇÃO!!!

RE: Financiamento Público de Campanha e lista preordenada - voto distrital
Resposta
16/08/13 23:09 em resposta a Valdir Pereira.
Eu só quero saber quem cobro ? quem elogio , a quem dou ideias ?
nas listas isso nao dá , no distritao isso nao dá, e no sistema misto eu cobro de um e o outro faz a festa .

Assim nao dá . Como fazer uma constituinte exclusiva se pra isso é necessario rasgar a que temos , nao se pode chamar constituinte .gostaria mas nao dá.

RE: Financiamento Público de Campanha e lista preordenada - voto distrital
Resposta
16/08/13 23:09 em resposta a Valdir Pereira.
Valdir,
Você já ouviu aquela frase: "É o olho do dono que engorda o porco."
Eleições são só apertar um número e o confirma a cada dois anos?
Não é importante fiscalizarmos os políticos?
Se tem uma coisa que pode melhorar a saúde, educação, transporte e infraestrutura é a cobrança da população.
Não é poder legislativo que tem a nobre função de representar os anseios de toda a sociedade?
Não seria bom se você soubesse exatamente qual o deputado que lhe representa no congresso nacional? Não seria melhor ainda se ele fosse seu vizinho?
Quem você acredita que teria mais legitimidade para te representar, uma pessoa da sua região, que você sabe onde mora, trabalha, estuda ou uma pessoa apresentada a você numa lista partidária pré-ordenada pouco antes da eleição?
A quem interessa o voto em lista partidária?
Pense como cidadão.

RE: Financiamento Público de Campanha e lista preordenada - voto distrital
Resposta
17/08/13 19:58 em resposta a Diego Rodrigues.
Diego Rodrigues:
Eu só quero saber quem cobro ? quem elogio , a quem dou ideias ?
nas listas isso nao dá , no distritao isso nao dá, e no sistema misto eu cobro de um e o outro faz a festa .

Assim nao dá . Como fazer uma constituinte exclusiva se pra isso é necessario rasgar a que temos , nao se pode chamar constituinte .gostaria mas nao dá.



Não é preciso rasgar a atual Constituição para se convocar A Constituinte Exclusiva, ou especifica, para elaborar uma Reforma Política.
Basta que o Congresso convoque a população através de um Plebiscito, perguntando se desejam ou não a convocação de uma Constituinte para se fazer a Reforma Política..
Caso aprovada pelo Plebiscito, o Congresso será obrigado a convocar a Constituinte, promovendo a eleição para composição da Assembleia Constituinte, cujo mandato se encerra com a Reforma Política pronta. Outro mecanismo que pode ser usado para dar validade ao texto da Reforma, e se o povo concorda com o que foi produzido pelos constituintes, é o Referendo. No Referendo, o povo pode ou não aprovar a Reforma. Por isso, acho que o sistema correto e mais democrático para se fazer a Reforma Política, é trilhar este caminho. O RESTO, O QUE O CONGRESSO ESTÁ PROPONDO, É PURA ENGANAÇÃO. NA VERDADE ELES QUEREM MANTER AS COISAS COMO ESTÃO!!!

RE: Financiamento Público de Campanha e lista preordenada - voto distrital
Resposta
17/08/13 21:05 em resposta a Valdir Pereira.
Bom todos os juristas consultados dizem que nao há respaldo na lei de se ter um congresso atuando e outro exclusivo para reforma politica. Teríamos que mudar boa parte da constituição para que isso acontecesse.

RE: Financiamento Público de Campanha e lista preordenada - voto distrital
Resposta
17/08/13 21:42 em resposta a Luis Eduardo Rego Freitas.
Luis Eduardo R Freitas:
Valdir,
Você já ouviu aquela frase: "É o olho do dono que engorda o porco."
Eleições são só apertar um número e o confirma a cada dois anos?
Não é importante fiscalizarmos os políticos?
Se tem uma coisa que pode melhorar a saúde, educação, transporte e infraestrutura é a cobrança da população.
Não é poder legislativo que tem a nobre função de representar os anseios de toda a sociedade?
Não seria bom se você soubesse exatamente qual o deputado que lhe representa no congresso nacional? Não seria melhor ainda se ele fosse seu vizinho?
Quem você acredita que teria mais legitimidade para te representar, uma pessoa da sua região, que você sabe onde mora, trabalha, estuda ou uma pessoa apresentada a você numa lista partidária pré-ordenada pouco antes da eleição?
A quem interessa o voto em lista partidária?
Pense como cidadão.



Redigi um texto em resposta a suas indagações e ele foi bloqueado. Tou puto da vida. Este site é uma bosta....!!!!
VOU PENSAR SE CONTINUO NO DEBATE. Abraços

RE: Financiamento Público de Campanha e lista preordenada - voto distrital
Resposta
19/08/13 15:21 em resposta a Valdir Pereira.
Valdir,

Esse site é difícil mesmo, as vezes, simplesmente, a gente não consegue postar. Pelo que eu percebi, em alguns assuntos há bloqueio por excesso de texto e em outros por palavras como siglas de partidos, nome e sobrenome de políticos, quantidade de postagens por dia, colagem de outros textos em word etc. Às vezes eu tenho que colocar o texto no meu blog e inserir o link...